- O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva, afirmou que o comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva, deve esclarecer supostas arbitrariedades durante sua gestão.
- Segundo o deputado, a cúpula militar deixou de agir apenas como milites para assumir postura política, configurando possível traição à tropa e perseguição a militares conservadores, com transferências, atrasos em promoções e retirada de comandos.
- Gilberto citou que o STF tornou réu o pastor Silas Malafaia por injúria contra o comandante, em referência ao apoio do religioso ao campo oposicionista.
- O oposicionista criticou o que chamou de alinhamento da alta cúpula com interesses políticos do governo e do Judiciário, alegando uso da hierarquia para silenciar militares de baixa patente.
- Segundo ele, haveria uma aliança entre Judiciário e comando para pressionar e intimidar militares que possam recorrer à Justiça diante de um eventual novo governo, preservando valores como Deus, Pátria e Família entre alguns membros.
Oposição afirma que Exército e STF atuam para silenciar militares conservadores. O líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva, disse nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026, que o comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva, deve prestar esclarecimentos sobre supostas arbitrariedades durante sua gestão.
Segundo o parlamentar, a cúpula teria se alinhado a interesses políticos, especialmente do governo atual e do STF, para pressionar militares de baixa patente. A acusação envolve suposta perseguição a militares conservadores, com transferências, atrasos em promoções e exclusões de missões.
A declaração ocorreu dois dias após o STF tornar réu o pastor Silas Malafaia por injúria contra o comandante, segundo Gilberto. O líder da oposição sustenta que há uma aliança com o Judiciário para prender militares da instituição e manter valores como Deus, Pátria e Família.
Ele afirma que a hierarquia estaria sendo usada como instrumento para silenciar vozes dissidentes. O deputado também citou denúncias de perseguição a militares conservadores, descrevendo situações de pressão para que promovessem novas agendas políticas.
Acusações e contexto
De acordo com o parlamentar, parte dos militares ainda conserva valores tradicionais, mas estaria sendo pressionada a se deslocar de missões e a moderar posicionamentos. A oposição sustenta que essa dinâmica poderia afetar a independência das Forças Armadas frente a governos e cortes.
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