- A oposição ao governo Lula afirma não ter feito acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para derrubar o veto de Lula à dosimetria que reduz penas de condenados do 8 de Janeiro.
- A versão foi divulgada nesta sexta-feira (1º) após relatos de que aliados de Bolsonaro teriam recuado de uma CPI em troca da retomada da dosimetria pelo Congresso.
- O líder oposicionista na Câmara, Cabo Gilberto, disse que não houve acordo, não haverá recuo no pedido de CPI e pediu a instalação de uma comissão de inquérito.
- O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, também negou qualquer acordo com o presidente do Senado.
- A narrativa sobre um possível acordo envolve a ideia de que oposicionistas teriam desistido da CPI do Master para conseguir pautar a dosimetria, mas não há confirmação.
Oposição ao governo Lula negou ter fechado acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para derrubar o veto presidencial ao projeto de dosimetria que reduz penas a condenados do 8 de Janeiro. A defesa foi divulgada após relatos de que aliados de Bolsonaro teriam recuado na ideia de abrir uma CPI para investigar o caso Master em troca de prioridade à sessão que abriu a dosimetria.
A afirmação de que não houve negociação foi publicada por meio de nota divulgada pelos oposicionistas. O líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto (PL-PB), disse que não houve acordo, nem recuo no pedido de criação da CPI, e reforçou o interesse pela instalação de uma comissão de inquérito sobre o tema.
Além disso, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), também rejeitou qualquer acordo com Alcolumbre. A controvérsia ganhou força após veiculação de reportagens sugerindo um entendimento entre a diferença de alas do Congresso para favorecer a pauta da dosimetria.
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