- O pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, participou de atos do Dia do Trabalhador nesta sexta-feira, 1° de maio, em defesa do governo Lula.
- Em entrevista, Haddad atacou a campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, dizendo que é prejudicial à classe trabalhadora.
- Ele citou reportagem da Folha de S.Paulo para criticar o projeto bolsonarista de corrigir pisos constitucionais de saúde e educação apenas pela inflação.
- Disse que, na prática, a agenda dos bolsonaristas envolve venda de patrimônio público e corte de direitos sociais.
- Também defendeu o fim da escala 6×1 e afirmou acreditar na aprovação da PEC ainda neste ano.
O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, participou nesta sexta-feira, 1º de maio, de atos do Dia do Trabalhador. O evento contou com discursos em defesa do governo Lula.
Em entrevista a jornalistas, Haddad criticou a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, afirmando que as propostas da direita prejudicam a classe trabalhadora. Ele ressaltou que o trabalhador seria o principal alvo de eventuais mudanças propostas.
Citando informações da imprensa, Haddad comentou sobre propostas de correção de pisos constitucionais de saúde e educação, apontando que o objetivo seria afetar direitos sociais e serviços públicos. O ex-ministro também associou as ações a venda de patrimônio público.
O petista ainda defendeu o fim da escala 6×1 no serviço público e disse acreditar na aprovação da PEC ainda neste ano.
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