- O ministro do STF Flávio Dino determinou que o afastamento cautelar do vice-prefeito de Macapá, Mario Rocha de Matos Neto, seja prorrogado por tempo indeterminado.
- A medida foi mantida após decisão anterior que afastou o prefeito Antônio Furlan e o vice-prefeito por 60 dias, em meio a investigações sobre fraudes em pagamentos à empresa responsável pela construção do Hospital Geral do município.
- Mario Rocha afirmou que recebeu a decisão com tranquilidade e disse que a medida é cautelar preventiva, alegando não haver denúncia formal nem provas de culpa.
- Afastados continuam também a secretária de Saúde, Erica Aranha de Sousa Aymoré, e o presidente da Comissão Especial de Licitação, Walmiglisson Ribeiro da Silva.
- A apuração, iniciada após operação da Polícia Federal, envolve pagamentos à empresa responsável pela obra do hospital municipal.
O ministro do STF Flávio Dino determinou a prorrogação, por tempo indeterminado, do afastamento cautelar do vice-prefeito de Macapá, Mario Rocha de Matos Neto. A decisão foi anunciada neste sábado (2).
A medida mantém afastados o prefeito Antônio Furlan e o vice-prefeito desde março, após uma operação da Polícia Federal. A apuração envolve fraude nos pagamentos da Prefeitura de Macapá à empresa responsável pela construção do Hospital Geral do município.
O vice-prefeito afirmou ter recebido a decisão com tranquilidade e reforçou que o ato é preventivo. Disse ainda que não houve denúncia formal contra ele nem provas de culpa, e que uma liminar não pode se tornar punição antecipada.
Outros afastamentos permanecem
Além de Mario Rocha, a secretária de Saúde, Erica Aranha de Sousa Aymoré, e o presidente da Comissão Especial de Licitação, Walmiglisson Ribeiro da Silva, continuam afastados de suas funções. O objetivo da investigação é esclarecer irregularidades relacionadas ao andamento da obra e aos pagamentos à empresa contratada.
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