- Lula pediu que o advogado-geral da União, Jorge Messias, permaneça no governo, mesmo após a rejeição no Senado para o STF.
- A definição sobre o futuro de Messias deve ocorrer no início da próxima semana, em reunião no Palácio do Planalto.
- Uma das possibilidades é Messias assumir o Ministério da Justiça, como resposta a quem articulou contra sua indicação ao STF.
- Messias temia deixar o governo, mas foi convencido por aliados próximos a permanecer, ainda que dependa do desfecho da conversa da semana que vem.
- Lula pretende consultar outros membros do governo antes de tomar uma decisão final sobre o destino de Messias, com o foco de manter proximidade com o Judiciário.
Após a rejeição histórica da indicação ao STF, o futuro de Jorge Messias, atual Advogado-Geral da União, será definido na próxima semana. Lula deve se reunir com o jurista no Palácio do Planalto para discutir o caminho a seguir.
interlocutores da Presidência dizem que a permanência de Messias no governo tem sido tema de avaliação interna. A posição do AGU ganhou força após a derrota no Senado e a necessidade de um desfecho rápido para a gestão.
Fontes próximas ao Planalto apontam que Messias ficou abalada com a votação e chegou a cogitar deixar o governo. Contudo, aliados apontam que o presidente mantém a vontade de mantê-lo no cargo.
A derrota no Senado ocorreu em meio a articulações envolvendo ministros do STF. O episódio envolve especulações sobre a relação entre Messias, o ministro André Mendonça e desdobramentos de investigações relacionadas ao caso Master.
Possível mudança para o Ministério da Justiça
Uma alternativa discutida é realocar Messias para o Ministério da Justiça. Segundo apuração, isso seria uma resposta do presidente às 설idas de aliados que atuaram contra a nomeação ao STF.
A ideia seria ampliar o espaço para investigações da Polícia Federal sobre o caso Master, sem intervenção em decisões de alto escalão. A indicação, porém, não comprometeria a atuação policial.
Apesar do cenário ventilado, Messias tem mostrado resistência a aceitar o novo cargo. Ele prefere manter o foco no agu, evitando turbulências que afetem sua vida pessoal e carreira política.
O presidente pretende consultar membros do governo neste fim de semana antes de definir o destino do AGU. A rejeição no Senado cria embaraços com Legislativo e Judiciário, relações que Lula tem buscado manter estáveis.
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