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Pergunta sumiu durante coletiva; autoridades buscam explicação

Investigações sobre malas em voo com Motta e Nogueira geram dúvidas sobre a finalidade da viagem a São Martinho e mantêm pressão por respostas

Ilustração de Carvall para coluna da ombudsman - 3 de maio de 2026
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  • A reportagem da Folha revelou que houve 16 pessoas a bordo do avião do empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG, dono de apostas online.
  • Entre os passageiros estavam o presidente da Câmara, Hugo Motta, o senador Ciro Nogueira, além dos deputados Dr. Luizinho e Isnaldo Bulhões, ambos líderes de seus partidos.
  • Também segundo a imprensa, o empresário Fernando Cavendish estaria no voo, ligado à “farra dos guardanapos” de Sérgio Cabral.
  • Ao desembarcar em um aeroporto particular em São Paulo, um auditor fiscal teria autorizado que algumas malas passassem fora do raio X, segundo a polícia.
  • A Folha publicou perguntas sobre o que eles foram fazer em São Martinho, com Motta afirmando ter usado recursos próprios para a viagem; outros não responderam.

No meio da sabatina de Jorge Messias no Senado, a Folha revelou que a PF investiga a entrada de malas em avião de um empresário de apostas, com a presença de Hugo Motta e Ciro Nogueira. A viagem ocorreu a ilha de São Martinho, no Caribe, em data não especificada. A apuração aponta que houve passagem de malas sem o equipamento de raio X.

Além de Motta (Republicanos-PB) e Nogueira (PP-PI), estavam no voo Dr. Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL), ambos líderes de seus partidos na Câmara. Também foi citado Fernando Cavendish, ligado a antigas controvérsias públicas no Brasil. O grupo chegou a um aeroporto particular em São Paulo.

Um auditor fiscal, segundo a polícia, permitiu que o piloto passasse malas sem o raio X, o que gerou questionamentos. A reportagem não explicou o que os parlamentares foram fazer na ilha paradisíaca com o empresário das apostas.

Perguntas em aberto sobre o objetivo da viagem

No dia seguinte, a Folha publicou perguntas e respostas sobre o caso, mas a motivação da viagem permanece sem clareza. Outros veículos também cobraram explicações sobre o papel do magnata e os potenciais conflitos de interesse envolvendo os congressistas.

Ciro Nogueira, Isnaldo Bulhões e Dr. Luizinho não responderam; Motta afirmou ter custeado a ida com recursos próprios e negou qualquer irregularidade. A ausência de respostas alimenta o debate sobre a natureza do encontro e seus desdobramentos.

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