- O PT lançou vídeos para associar o senador Flávio Bolsonaro a uma megafraude ligada ao Banco Master, apresentando-o como coautor do esquema.
- A expressão “bolsomaster” foi criada pelo ex-deputado Paulo Pimenta, durante a CPMI do INSS, para desgastar a imagem de Flávio Bolsonaro.
- As peças exibidas no congresso citam a participação de Fabiano Zettel e questionam a indicação de Roberto Campos Neto para o Banco Central, atribuída ao pai de Flávio.
- O Banco Central, segundo o material, autorizou Vorcaro a comprar o Banco Máxima e reformulá-lo como Master, supostamente facilitando a pirâmide financeira.
- Além disso, o PT aponta uma medida provisória de março de 2022 que ampliou crédito consignado para beneficiários do Bolsa Família e servidores, ligando esse tipo de crédito à expansão do suposto esquema.
No fim de semana, durante o congresso nacional, o PT aprovou um manifesto que não menciona o escândalo do Banco Master nem o furto de aposentadorias do INSS, mas exibe vídeos para associar Flávio Bolsonaro a uma megafraude bancária. A peça foi apresentada aos militantes.
O material atribui a criação do termo bolsomaster ao narrador Raul Rabelo, marqueteiro da campanha de Lula, e aponta uma suposta ligação entre o Banco Master, Vorcaro e políticos próximos ao atual governo. O objetivo é desgastar o pré-candidato do PL.
Segundo a peça, a gestora do BACEN indicou Roberto Campos Neto para chefiar o banco, e a instituição teria autorizado a compra do antigo Banco Máxima, convertendo-o em Master, uma pirâmide financeira com fundos podres. A prática é apresentada como encadeamento de decisões normativas.
Origem da expressão
O termo bolsomaster foi criado durante a CPMI do INSS, segundo o material. A ideia é ligar Flávio Bolsonaro a uma suposta engrenagem entre setor público e estruturas financeiras, com o objetivo de ampliar o desgaste político do adversário.
Contexto e leitura crítica
Associações sem provas de fraude são apresentadas como parte de uma estratégia de comunicação do PT, com foco em ampliar a repercussão junto à militância. Não há confirmação independente das acusações contidas nos vídeos usados pelo partido.
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