- Em maio de 2024, o juiz arquivou o inquérito que investigava Anderson Torres por criação irregular de pássaros, após o Ministério Público Federal ter sugerido o arquivamento em abril de 2024.
- Anderson Torres permanece preso no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília, por tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.
- A polícia intensivou a apreensão de pássaros, tendo sido encontrados 55 animais na residência dele; 16 morreram sob guarda do Ibama, que afirma não ter havido autorização para a criação.
- A Justiça suspendeu autos de infração do Ibama e ordenou a devolução das aves; multas foram fixadas pelo desembargador para o órgão, chegando a 3 mil reais por descumprimento.
- No dia 27 de abril, a PF tentou ouvir Torres novamente na Papudinha; a corporação abriu um novo inquérito com base em um relatório de fiscalização do Ibama assinado pelo mesmo fiscal do processo anterior, segundo a defesa, por perseguição política.
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça no governo Bolsonaro, foi intimado pela Polícia Federal para depor em nova etapa de investigação sobre a criação irregular de pássaros. Ele cumpre prisão no 19º Batalhão da Polícia Militar em Brasília, por tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.
Em maio de 2024, o juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal, arquivou um inquérito aberto no ano anterior sobre Torres. O Ministério Público Federal também optou pelo arquivamento, afirmando que não havia indícios de crime por parte do ex-ministro.
Torres já passou por duas operações de busca da PF, que resultaram na apreensão de 55 aves em sua residência. Do total, 16 aves morreram sob guarda do Ibama. O ex-ministro sustenta possuir autorização dos órgãos de fiscalização para criar os pássaros.
A Justiça determinou a suspensão de autos de infração do Ibama e a devolução das aves. Em julho de 2025, o TRF1 fixou multa diária de 2.000 reais ao Ibama pela não restituição das aves e gaiolas. Em dezembro seguinte, o tribunal aumentou a multa para 3.000 reais, além de aplicar 5.000 reais por potencial abuso da Justiça.
No último dia 27 de abril, a PF tentou ouvir Torres na Papudinha sobre os mesmos fatos. A Polícia Federal instaurou um novo inquérito com base em um relatório de fiscalização do Ibama, elaborado pelo mesmo fiscal do processo anterior.
A defesa de Anderson afirma haver perseguição política, associada à atuação eleitoral dele na região de Brasília. O político não foi eleito como deputado pela coligação Rede/Psol, em disputa anterior.
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