- A cinco meses das eleições, Lula e aliados enfrentam expectativa de mayores atritos com o Congresso.
- Principal temor é de retaliações, como a aprovação de pautas-bomba na economia.
- Lula deve recalibrar a estratégia após reveses na semana passada no Congresso.
- O Congresso rejeitou o nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
- Também houve a derrubada do veto ao projeto da dosimetria, beneficiando envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo Jair Bolsonaro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode recalibrar a estratégia política após derrotas no Congresso na semana passada. O Legislativo rejeitou a indicação de Jorge Messias para o STF e derrubou o veto ao projeto da dosimetria, beneficiando envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo Jair Bolsonaro.
A votação sobre Messias ocorreu no STF, enquanto a derrubada do veto ocorreu no Legislativo. As decisões chegaram em um momento em que Lula enfrenta pressão de aliados e oposição, com cinco meses até as eleições.
Analistas apontam que as derrotas podem aprofundar tensões entre o governo e o Congresso, elevando o desafio de manter pautas econômicas e reformas. O tema dos atos de 8 de janeiro volta a ganhar relevância política.
Entre os envolvidos, destacam-se o ex-presidente Bolsonaro e membros do PL, partidos que compõem a base de apoio ao governo em diferentes frentes. A gestão busca reduzir danos políticos e preservar o rito das propostas até as eleições.
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