- Malafaia diz estar sob “perseguição política” após se tornar réu no STF e critica o ministro Alexandre de Moraes durante culto na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio.
- O pastor afirmou que críticas genéricas não configuram crime e que não citou nomes, defendendo a liberdade de expressão.
- O culto contou com a presença de Flávio Bolsonaro, Cláudio Castro, Sóstenes Cavalcante, Douglas Ruas e Marcelo Crivella, que foram chamados ao altar.
- Malafaia classificou o inquérito das fake news como ilegal e imoral, dizendo que visa calar críticos e intimidar opositores.
- A declaração ocorre dias após o STF tornar Malafaia réu por injúria, em relação a discurso na avenida Paulista; ele disse que critica Moraes, mas não o odeia.
O pastor Silas Malafaia afirmou neste domingo que é alvo de perseguição política pelo STF após tornar-se réu, em meio a um culto na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro. Ele criticou o que chamou de uso do inquérito das fake news como instrumento de intimidação.
Durante o culto na zona norte da cidade, Malafaia não citou nomes específicos, mas afirmou que suas críticas genéricas não configuram crime e defendeu a liberdade de expressão. A cerimônia contou com a participação de Flávio Bolsonaro, Cláudio Castro, Sóstenes Cavalcante, Douglas Ruas e Marcelo Crivella, que foram chamados ao altar pelo líder religioso.
O pastor também atacou o inquérito das fake news, classificando-o como ilegal e imoral e alegando que o procedimento visa silenciar críticos dos ministros do STF. Ele afirmou que pode criticar o ministro Alexandre de Moraes sem nutrir ódio, e sugeriu que, caso haja arrependimento do magistrado, pode ocorrer a chamada justiça em nome de Jesus.
A atuação de Malafaia foi observada dias após a Primeira Turma do STF tornar o imam réu por injúria em relação a uma figura pública, em um caso ligado a declarações feitas durante comício. O inquérito das fake news tramita no STF e envolve críticas a autoridades públicas.
Entretanto, o pastor já havia feito críticas ao ministro Moraes em eventos públicos, mantendo a linha de defesa pela liberdade de expressão, segundo apurações locais. O episódio atual amplia o enfrentamento entre líderes religiosos e autoridades judiciais no cenário político.
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