- Marina Silva afirma que a chance de disputar o Senado como suplente é zero, desde que a chapa seja Rede-PSOL e tenha Haddad e Lula ao centro.
- Em São Paulo, três ex-ministros de Lula concorrem a duas vagas no Senado: Marina Silva, Simone Tebet e Márcio França.
- Fernando Haddad busca acomodar três ex-ministros na chapa para o governo de São Paulo e avaliar as vagas no Senado.
- Teresa Vendramini, conhecida como Teka, é a candidata a vice que opera como plano A da campanha de Haddad ao governo paulista.
- Com Tebet já assegurada, a disputa no Senado fica entre Marina e França; há insinuações de oferecer a suplência a Marina, mas ela rejeita a ideia.
Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, afirma que a chance de disputar o Senado como suplente é zero. A posição é de que esse tema não condiz com a contribuição da Rede-PSOL e da federação na chapa de Haddad a governador de São Paulo. O comentário foi feito ao Painel.
A composição da chapa de Haddad em São Paulo hoje envolve três ex-ministros de Lula na disputa por duas vagas ao Senado: Marina Silva, Simone Tebet e Márcio França. A indefinição aumenta a pressão para redistribuição de nomes na aliança.
Segundo apuração, Tebet é pauta com status de provável candidata ao Senado, enquanto França disputa espaço dentro do PSB no estado. O objetivo é manter a frentes governistas unidas para apoiar Lula e Haddad.
Para viabilizar a chapa, uma opção em estudo seria colocar Marina como suplente, mas ela descartou a possibilidade. A ideia seria acomodar os três ex-ministros mantendo a força da frente de governo em São Paulo.
Perspectivas e próximos passos
A campanha de Haddad também trabalha com Teresa Vendramini, conhecida como Teka, como vice-governadora. Caso a chapa seja fechada, restariam apenas as vagas para o Senado, com definição sobre quem compõe a lista definitiva.
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