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Alckmin lamenta rejeição de Messias ao STF; Lula define nova indicação

Alckmin afirma que Lula define nova indicação ao STF após Messias ser rejeitado pelo Senado, o que deixa o tribunal com um ministro a menos

Para o vice-presidente decisão do Senado irá prejudicar os trabalhos da Corte, que ficará com um ministro a menos até que seja aprovada uma nova indicação
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  • O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que Lula está definindo uma nova indicação para o STF após a rejeição de Jorge Messias pelo Senado.
  • O Senado rejeitou Messias por 42 votos contrários e 34 favoráveis; eram necessários pelo menos 41 votos.
  • A vaga no STF decorre da aposentadoria de Luís Roberto Barroso, deixando a corte com um ministro a menos até a nova indicação ser aprovada.
  • Alckmin disse que a decisão do Senado é ruim porque sobrecarrega o STF e reduz o funcionamento da Corte.
  • Messias retornou à Advocacia-Geral da União após a sabatina e afirmou ter enfrentado uma “desconstrução da imagem” durante o processo.

Geraldo Alckmin afirmou nesta segunda-feira, 4, que o presidente Lula está definindo uma nova indicação para o STF após a rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado. A fala ocorreu em coletiva em São Paulo.

O vice-presidente ressaltou que a decisão do Senado deixa a Corte com um ministro a menos até a escolha ser reiterada. Messias era o advogado-geral da União e teve a indicação arquivada.

De acordo com Alckmin, Lula tem buscado manter o diálogo com o Congresso para definir o substituto de Luís Roberto Barroso, aposentado. A pasta da AGU permanece sob Messias até a conclusão do processo.

Messias recebeu 42 votos contra e 34 a favor, insuficientes diante de 41 votos necessários, em votação realizada na terça-feira, 29. O placar marcou a primeira rejeição de um indicado para o STF em 132 anos.

Na sabatina conduzida pela CCJ, Messias enfrentou resistência principalmente por divergências com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a indicação de Rodrigo Pacheco para o cargo. A votação arquivou a indicação.

Após o resultado, Messias permaneceu concentrado na chefia da Advocacia-Geral da União, retornando aos trabalhos entre 8 e 30 de abril para se preparar para a sabatina. A decisão definitiva sobre o novo nome fica para Lula.

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