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Alckmin nega que Novo Desenrola Brasil seja medida eleitoreira

Alckmin afirma que o Novo Desenrola Brasil não é eleitoral; governo busca reduzir endividamento tirando famílias do crédito rotativo e juros altos

Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin — Foto: Bruno Peres/Agência Brasil/Gilvan Alves/TV Brasil
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  • Alckmin negou que o Novo Desenrola Brasil seja medida eleitoreira, dizendo que o objetivo é enfrentar o endividamento alto e tirar famílias do crédito rotativo e do cheque especial com juros de 5% ao mês.
  • O governo pretende oferecer crédito com juros menores, mediante desconto, para reduzir o peso desses encargos.
  • Ele criticou a taxa de juros atual como absurdamente alta e citou o modelo do Federal Reserve (FED) como referência para a inflação, sugerindo 제외 de energia e alimentação na análise.
  • Sobre as eleições em São Paulo, disse que o PSB tem bons pré-candidatos para o governo estadual e que o partido vai amadurecer as opções nas próximas semanas.
  • O PSB já lançou Simone Tebet ao Senado, com apoio de Haddad, e Márcio França também se colocou como pré-candidato; Marina Silva também disputa vaga ao Senado e pressiona para ser candidata.

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, afirmou que medidas como o novo Desenrola Brasil não têm objetivo eleitoreiro. O foco, segundo ele, é reduzir dívidas das famílias, oferecendo crédito com juros menores após renegociação. O comentário ocorreu em São Paulo, durante evento da Câmara Sueco-Brasileira.

O vice-presidente ressaltou que o governo já tinha implementado a primeira fase do programa há cerca de um ano. O objetivo atual é tirar as famílias do crédito rotativo e do cheque especial com juros elevados, abrindo espaço para financiamento com condições mais acessíveis.

Alckmin também criticou a taxa de juros, tida como absurdamente alta, e defendeu que o Banco Central reduza o peso desses encargos. Ele citou o modelo do Federal Reserve americano como referência para a análise da inflação, com foco menor em energia e alimentação.

Eleições em SP

Questionado sobre a participação do PSB na chapa ao governo de São Paulo, o dirigente citou candidatos fortes que lideram as pesquisas e afirmou que o partido deve se definir nas próximas semanas. A ideia é indicar opções que agradem o eleitorado paulista.

O PSB já projeta Simone Tebet ao Senado, com apoio de Haddad, em negociação encabeçada pelo presidente Lula. Márcio França também disputa espaço, embora tenha resistência de parte da sigla. Marina Silva, da Rede, lançou-se ao Senado e pressiona para candidatura.

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