- PF e Procuradoria Geral da República concordaram em trabalhar conjuntamente na delação premiada de Maurício Camisotti, um dos responsáveis pelo esquema contra o INSS.
- Camisotti entregou, há algumas semanas, a proposta de delação ao ministro André Mendonça; o material foi enviado a Paulo Gonet para análise pela PGR.
- O acordo deverá reiniciar as negociações, com os anexos refeito pela PF e pela PGR, no mesmo formato usado em outras delações do caso Banco Master.
- A colaboração de Camisotti envolve políticos, ex-integrantes do governo Lula e outras figuras ligadas ao desvio de aposentadorias no INSS.
- A parceria entre PF e PGR busca fortalecer as provas e evitar que as revelações sejam anuladas ou enterradas no STF.
Delação de Maurício Camisotti no escândalo do INSS deve recomeçar do zero. PF e PGR acertaram que o acordo seja conduzido em parceria, com nova formatação dos anexos e revisão pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.
Segundo apuração, a negociação havia chegado a Paulo Gonet para análise da PGR, mas agora os trabalhos devem ser refeito com a participação das duas instituições. A mudança visa fortalecer as provas.
A expectativa é de que a delação seja articulada em conjunto, seguindo modelo já utilizado em outros casos, como o do Banco Master, para evitar pressões que possam comprometer a veracidade das informações.
Camisotti, empresário apontado como um dos protagonistas do esquema, teria entregue, há semanas, ao ministro André Mendonça a proposta de delação premiada negociada com a PF. O conteúdo envolve políticos e ex-integrantes do governo Lula.
A delação envolve desvios de aposentadorias no INSS e pretende oferecer uma visão detalhada do esquema. As informações devem embasar investigações sobre o grau de participação de outras figuras ligadas ao caso.
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