- Instituto Ideia, em parceria com o Meio, divulgará na quarta-feira (6) uma nova rodada de pesquisa eleitoral para a Presidência, realizada entre 1º e 6 de maio com 1.500 entrevistas e margem de erro de 2,5 pontos.
- A sondagem traz simulações de primeiro turno e seis cenários de segundo turno com Lula (PT) frente a adversários como Flávio Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PSDB), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC).
- Os dados abordam endividamento das famílias, custo de vida e impacto da economia na decisão do eleitor, além de questões sobre propostas dos pré-candidatos, como impeachment de ministros do STF.
- Os levantamentos também medem o engajamento do eleitor, rejeição à indicação de Jorge Messias ao STF e preferências para um novo nome para a Corte, além de discussões sobre mudanças na jornada de trabalho (fim da escala 6×1).
- O estudo avalia ainda o comportamento do eleitor em apostas online e percepções sobre medidas que possam afetar renda e cotidiano.
O Instituto Ideia, em parceria com o Meio, divulgará na próxima quarta-feira (6) uma nova rodada de pesquisa eleitoral para a Presidência, em um cenário de desgaste recente do governo no Congresso. O estudo será apresentado ao público pelo jornal em parceria com a instituição.
A pesquisa foi realizada entre 1º e 6 de maio, com 1.500 entrevistas e margem de erro de 2,5 pontos percentuais. O objetivo é medir o cenário de disputa e a percepção de eleitores diante de temas econômicos e políticos.
Entre os cenários testados, há simulações de primeiro turno e seis possibilidades de segundo turno, sempre com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no páreo, com adversários como Flávio Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PSDB), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC).
Contexto e cenários eleitorais
A sondagem leva em conta dois fatos recentes que impactaram o ambiente político: a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF e a derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria. Os dados devem revelar como esses acontecimentos influenciam o eleitor.
Além da intenção de voto, o levantamento aborda custo de vida, endividamento das famílias e o efeito da economia na decisão do eleitor. Também traz perguntas sobre propostas de pré-candidatos, como impeachment de ministros do STF e a possível mudança na jornada de trabalho com o fim da escala 6×1.
O estudo mede ainda o engajamento eleitoral para 2026, o nível de interesse do eleitor e a percepção sobre a indicação de Messias ao STF. Também investiga preferências para a escolha de um novo nome para a Corte.
Outro eixo analisado é o comportamento em apostas online, além de indicar medidas que possam impactar renda e cotidiano, como mudanças nas regras trabalhistas.
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