- Marina Silva (Rede) descartou concorrer como suplente ao Senado e reafirmou candidatura como senadora por São Paulo.
- Ela disse que não há discussão sobre suplência e que disputará uma das vagas ao Senado por SP para defender a reeleição de Lula e a eleição de Haddad ao governo de São Paulo.
- A parlamentar destacou apoio da Federação Rede Sustentabilidade (Rede-PSOL) à sua chapa, em defesa de contribuições políticas e programáticas.
- Pesquisa Genial/Quaest aponta que a disputa pelo Senado em São Paulo segue indefinida entre Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB) e Marina Silva.
- O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro; voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos.
Marina Silva descartou concorrer como suplente ao Senado neste ano e permanece com a candidatura ao Senado por São Paulo. A declaração foi feita na segunda-feira (4), data em que a parlamentar reafirmou sua posição.
A postagem ocorreu nas redes sociais, onde a deputada federal afirmou que não há discussão sobre suplência e que topa disputar uma das vagas pelo estado. Ela destacou ainda apoio da base Rede-PSOL.
No início de abril, Marina se colocou à disposição para disputar o Senado por SP. Em seguida, a Rede Sustentabilidade formalizou apoio à candidatura, encerrando um período de indefinição que gerou especulações sobre a permanência da ex-ministra no partido.
Contexto da disputa
A pesquisa Genial/Quaest aponta disputa indefinida entre Simone Tebet (PSB), Márcio França (PSB) e Marina Silva. O cenário permanece em aberto, com o primeiro turno marcado para 4 de outubro de 2026.
Dados da eleição
O voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Jovens a partir de 15 podem tirar título, mas só podem votar quem completar 16 anos até a data da eleição.
Entre na conversa da comunidade