- Fernanda Melchionna critica a extrema-direita e afirma que o nazismo e o fascismo representam a parte mais podre do sistema político.
- Ela diz que o projeto que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 enfrenta resistência no Congresso, com o PL podendo obstruir o avanço da proposta.
- Melchionna aponta que o debate sobre mudanças nas relações de trabalho vem desde 2024 e só agora avança; cita o Estado Novo para lembrar perseguições a posicionamentos como o seu.
- A deputada diz sentir-se representada pela colega Erika Hilton e destaca a importância da diversidade na política e de ampliar a visão sobre identidade feminina.
- Ela critica o PT no Rio Grande do Sul pela intervenção em alianças eleitorais, afirma não querer interferir em decisões de outros partidos e reconhece a trajetória de Juliana Brizola.
Durante a entrevista ao programa Raio X, a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL) criticou a atuação da extrema-direita e o atual cenário político, avalizando que o nazismo e o fascismo representam a parte mais podre do sistema, segundo seus relatos. Ela questionou narrativas antissistema.
Melchionna também comentou crise no capitalismo, tanto econômica quanto política, ressaltando a necessidade de revisar estruturas de representação. A parlamentar disse que as mudanças discutidas desde 2024 ganham força apenas recentemente.
Ela afirmou que o projeto que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 enfrenta resistência no Congresso, responsabilizando o PL pela obstrução. A crítica recai sobre o debate trabalhista, apontando avanços mais concretos apenas agora.
Desdobramentos e alianças no RS
Segundo Melchionna, a atuação de Erika Hilton é citada como referência para ampliar a diversidade na política e discutir identidade e representação feminina. A deputada afirmou sentir-se representada pela colega.
A parlamentar também criticou a atuação do Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio Grande do Sul, descrevendo como absurda a forma como ocorreu a construção de alianças para as eleições estaduais. Contudo, reconheceu a trajetória de Juliana Brizola no cenário gaúcho.
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