- O Senado derrotou o indicado de Lula para o Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias, abrindo espaço para uma corrida de potenciais candidatos.
- O radar da publicação mapeou cerca de vinte nomes de pretendentes vindos de várias áreas, como ex-ministros, juristas e congressistas, entre outros.
- Lula ainda não decidiu como reagir, com dúvidas entre indicar um nome compartilhando a função com o presidente do Senado ou manter uma indicação mais independente.
- Aliados divergem: alguns sugerem não confrontar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para evitar novas derrotas, enquanto outros defendem um posicionamento mais firme.
- Mesmo com a possível indicação, o processo pode ficar travado no Congresso se não houver acordo com Alcolumbre, mantendo a indefinição sobre quem assume o cargo.
O presidente Lula ainda não definiu como reagirá após a derrota no Senado de seu indicado para o STF, o ministro Jorge Messias. A derrota abriu espaço para uma corrida de potenciais substitutos, originando entre familiares, aliados e setores do governo um radar de nomes.
Quem está envolvido envolve ex-ministros, ministros do STJ e do TCU, advogados com atuação no Senado, mulheres indicadas por movimentos populares, desembargadores e políticos do Congresso. Os nomes ainda não foram revelados pela imprensa.
Quando aconteceu? A derrota ocorreu na sessão recente do Senado, que aprovou a rejeição ao indicado. Onde isso ocorre: Brasília, com repercussões em diferentes esferas do governo. Por quê: a disputa envolve o equilíbrio entre indicar alguém próximo ao presidencial e manter apoio no Congresso.
A bancada governista discute se a nova indicação deve ser compartilhada com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para evitar uma nova derrota. Há também defensores de indicar alguém com maior representatividade social, o que poderia gerar desgaste entre senadores caso haja rejeição.
Observa-se uma divisão entre aliados que pregam uma postura mais moderada e setores do petismo, que defendem um tom mais confrontacional. A tensão envolve, ainda, se o processo seguirá travado no Congresso independentemente do nome escolhido.
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