- O Tribunal Superior Eleitoral lançou nesta segunda-feira a mascote “Pilili” para as Eleições de 2026, criada a partir da urna eletrônica.
- A apresentação ocorreu em Brasília, durante cerimônia que comemora os 30 anos do sistema eletrônico de votação.
- O nome faz referência ao som da urna ao confirmar o voto, um marco reconhecível aos eleitores.
- Pilili não tem gênero definido e utiliza acessórios que representam diversas culturas regionais do Brasil, sem se associar a ideologias.
- A mascote é comunicada por gestos e textos em legendas, participando de campanhas educativas, conteúdos digitais e materiais informativos, sem voz própria.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta segunda-feira a mascote Pilili, nova figura das Eleições 2026 inspirada na urna eletrônica. O anúncio ocorreu durante a cerimônia que celebrou os 30 anos do sistema de votação eletrônico, em Brasília.
A personagem faz referência ao som emitido pela urna ao confirmar o voto, um dos sinais mais reconhecidos pelos eleitores. Pilili não tem gênero definido, buscando representar neutralidade e evitar estereótipos.
A mascote é interativa e expressiva, mas não possui voz própria. A comunicação será feita por gestos, textos em legendas e balões de fala em conteúdos digitais.
Sobre a Pilili
A iniciativa prevê o uso da mascote em campanhas educativas e conteúdos informativos sobre o processo eleitoral. Pilili deve aparecer em animações 2D e 3D, vídeos explicativos, tutoriais e publicações nas redes sociais.
A personagem pode usar acessórios que representam culturas regionais do Brasil, participando de campanhas temáticas como festas juninas e datas comemorativas. O objetivo é reforçar a participação cidadã de forma imparcial.
O TSE esclarece que Pilili funciona como figura neutra, sem associação a partidos ou correntes políticas. A comunicação para o público será assegurada por meio de ações educativas, com linguagem técnica e objetiva.
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