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Airbnb inicia pente-fino e pode derrubar anúncios de imóveis sociais em SP

Airbnb inicia checagem de anúncios em São Paulo para coibir uso de habitação social em aluguel de curta temporada; imóveis irregulares podem ser removidos

Airbnb notifica proprietários sobre irregularidades em imóveis de SP
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  • Donos de imóveis anunciados no Airbnb em São Paulo começaram a receber notificações sobre irregularidades e risco de remoção dos anúncios.
  • A medida decorre de um decreto, de maio de 2025, que proíbe unidades de Habitação de Interêsse Social (HIS) destinadas ao aluguel de curta temporada.
  • O Airbnb informou por e-mail que analisa irregularidades com base na listagem oficial fornecida pela Prefeitura de São Paulo.
  • Anúncios irregulares receberão, nos próximos dias, uma notificação com detalhes sobre a remoção; a lista é usada para identificar imóveis em desconformidade.
  • A ação ocorre oito meses após a Câmara Municipal instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar possíveis irregularidades no uso de imóveis de moradia popular na capital.

As unidades de Habitação de Interesse Social (HIS) em São Paulo enfrentam mudanças. A prefeitura publicou um decreto em maio de 2025 que proíbe o uso dessas moradias no aluguel de curta temporada. A medida afeta anúncios na plataforma Airbnb.

Em comunicado enviado por e-mail aos proprietários cadastrados, o Airbnb informou ter iniciado análises sobre irregularidades com base numa lista oficial fornecida pela Prefeitura de São Paulo. A plataforma utiliza o material para apontar imóveis que não estejam em conformidade com a lei.

Nos próximos dias, anfitriões com anúncios irregulares receberão notificações com instruções para remoção. A empresa afirma apoiar a destinação correta das HIS a famílias que precisam e manterá a cooperação com as políticas municipais.

Contexto institucional

A ação do Airbnb segue oito meses após a Câmara Municipal ter instaurado uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar irregularidades no uso de imóveis destinados à moradia popular na capital. A medida envolve proprietários, plataformas de aluguel e o poder público.

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