- Em Brasília, presidentes de dezoito associações do comércio e serviços de São Paulo trabalham para barrar a PEC que prevê o fim da escala 6 X 1, nesta terça-feira, 5 de maio de 2026.
- A caravana é liderada pela Fecomercio-SP e cobra compensação financeira caso a proposta seja aprovada, para evitar prejuízos ao setor.
- Nos próximos dois dias, o grupo terá encontros com congressistas da oposição e com a comissão especial da Câmara que analisa a PEC.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que há expectativa de votação do fim da escala 6 X 1 até o final de maio e pediu mais tempo para a construção da proposta; a Fecomercio-SP busca reunião com ele.
- A comitiva participa de um jantar de lançamento de um manifesto sobre o Simples Nacional e o MEI, na sede da Frente Parlamentar do Livre Mercado, para debater o tema com congressistas.
A comitiva de empresários paulistas chegou a Brasília nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, para tentar impedir a aprovação da PEC que prevê o fim da escala 6 X 1. Liderada pela Fecomercio-SP, a caravana reúne presidentes de 18 associações ligadas ao comércio e serviços do estado.
Os empresários se reunirão com congressistas da oposição e com membros da comissão especial da Câmara responsável pela PEC. O objetivo é defender manutenção da escala atual ou, na falta dessa alternativa, pressionar por compensação financeira caso o projeto seja aprovado.
Segundo as lideranças, a mudança pode endurecer as relações de trabalho e impactar negociações coletivas. Eles afirmam que a jornada já é monitorada por acordos setoriais e que a alteração exigiria ajustes para minimizar prejuízos ao setor. A Fecomercio-SP não divulgou estimativa de recursos necessários.
Nos próximos dois dias, a comitiva também participa do jantar de lançamento de um manifesto sobre o Simples Nacional e o MEI. O evento ocorre na sede da Frente Parlamentar do Livre Mercado e contará com a presença de congressistas.
Agenda e próximos passos
A expectativa é de que a Câmara vote o fim da escala 6 X 1 até o final de maio. O presidente da Casa, Hugo Motta, indicou apoio ao texto, desde que haja tempo para aperfeiçoamento. Motta confirmou a audiência da Fecomercio-SP para hoje.
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