Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Condenado por trama golpista cita dificuldades financeiras em pedido a Moraes

General de reserva Mario Fernandes, condenado por trama golpista, solicita parcelamento de multa de R$ 64.800 em até sessenta meses, a ser analisado pelo ministro Alexandre de Moraes

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • General de reserva Mario Fernandes pediu ao Supremo Tribunal Federal o parcelamento de cerca de R$ 64.800 da multa da condenação, em até 60 parcelas mensais.
  • A análise do pedido ficará a cargo do ministro Alexandre de Moraes.
  • Fernandes foi condenado a 26 anos e seis meses de prisão por participação na trama golpista, ligada a um plano contra autoridades, incluindo Lula, Geraldo Alckmin e Moraes.
  • O material com as hipóteses de execução foi impresso no Palácio do Planalto e levado ao Palácio da Alvorada, conforme investigação.
  • O militar alegou dificuldades financeiras, afirmando ter necessidade de arcar com despesas familiares, mesmo recebendo cerca de R$ 23 mil líquidos por mês, e classificou o documento como “pensamento digitalizado”.

O general de reserva Mario Fernandes pediu ao Supremo Tribunal Federal o parcelamento da multa imposta em sua condenação. A solicitação foi anunciada no programa Ponto de Vista e já está em análise pelo ministro Alexandre de Moraes.

A defesa alegou dificuldades financeiras e afirmou que precisaria dividir o valor em até 60 parcelas mensais, ao longo de cinco anos. O pedido considera rendimentos líquidos de cerca de 23 mil reais por mês.

O caso envolve Fernandes, condenado a 26 anos e seis meses de prisão por participação na trama golpista. A gravidade do plano chamou atenção por visar autoridades de alto escalão, incluindo Lula, Alckmin e Moraes.

Contexto do processo

Segundo investigações, o general redigiu um documento com ações contra autoridades e citou armas e envenenamento como hipóteses. O material foi produzido como parte do suposto plano golpista e apresentado como “pensamento digitalizado”.

Desdobramentos do episódio

O material chegou a ser impresso no Palácio do Planalto, onde Fernandes trabalhava, e depois levado ao Palácio da Alvorada. Para os investigadores, o trajeto indica que a ideia não ficou apenas no papel.

A decisão sobre o pedido de Moraes deverá considerar a situação financeira do condenado e os parâmetros legais para cumprimento de penas pecuniárias. A análise ainda é aguardada pelo STF.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais