- A deputada Caroline De Toni (PL-SC) apresentou, na Câmara, requerimento de informação ao Ministério da Saúde para esclarecer por que a vacina contra meningite do sorogrupo B não foi incorporada ao SUS.
- O documento solicita detalhes sobre critérios técnicos, epidemiológicos e econômicos usados para fundamentar a decisão e pede o parecer da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS).
- Entre os questionamentos, constam estimativas de custo anual para a incorporação da vacina e o custo total projetado para um horizonte de cinco anos.
- A parlamentar também cobra dados sobre o impacto orçamentário dessa decisão em relação ao orçamento total do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
A deputada federal Caroline De Toni (PL-SC) cobrou esclarecimentos do governo Lula sobre a não incorporação da vacina contra meningite do sorogrupo B ao SUS. O requerimento foi apresentado na Câmara dos Deputados e envolve o Ministério da Saúde na gestão atual.
A parlamentar questiona os critérios técnicos, epidemiológicos e econômicos que embasaram a decisão e solicita o parecer da Conitec, responsável pela incorporação de tecnologias no SUS. O objetivo é compreender o embasamento técnico da decisão.
Pontos levantados e documentos solicitados
Entre os itens, De Toni exige a estimativa de custo anual para a inclusão da vacina e o custo total projetado para um horizonte de cinco anos. A deputada também quer dados sobre o impacto orçamentário no orçamento total do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
A iniciativa envolve a atuação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e ocorre no âmbito da atual gestão federal. A reportagem não apura posicionamentos oficiais adicionais, mantendo o foco em informações apresentadas no requerimento.
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