- A chapa da direita em São Paulo ficou definida: Felício Ramuth é vice-governador, André do Prado concorre ao Senado e Guilherme Derrite é o outro pré-candidato ao Senado; Eduardo Bolsonaro será suplente de Prado.
- Do lado da esquerda, Haddad ainda não definiu o vice e há impasse sobre os candidatos ao Senado. Simone Tebet é nome consolidado para o Senado; a segunda vaga fica entre Marina Silva e Márcio França.
- Haddad busca um vice de perfil de centro, mais ligado ao agronegócio ou ao empresariado, para atrair votos do interior.
- Lideranças do agro foram sondadas para a vice, incluindo Teresa Vendramini, que negou o convite; outro nome citado é Marcelo Barbieri.
- Sobre Eduardo Bolsonaro, ele poderá assumir caso Prado fique inelegível; ele é suplente, após ter mandato cassado por faltas, e é alvo de investigação no Supremo.
Com as confirmações do deputado André do Prado (PL) como pré-candidato ao Senado e Felício Ramuth (MDB) para vice-governador, a chapa da direita em São Paulo ganhou definição. Guilherme Derrite (PP-SP) será o outro candidato ao Senado, e Eduardo Bolsonaro (PL) tende a ser suplente de Prado.
Na esquerda, Haddad ainda não definiu quem será seu vice e há dúvidas sobre a composição ao Senado. Simone Tebet (PSB) surge como pré-candidata consolidada ao Senado, enquanto a segunda vaga está entre Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB).
Entre os cotados para compor a chapa de Haddad, há negociações sobre nomes do agronegócio e do empresariado para atrair votos do interior. O petista já sondou líderes do agro, mas teve recusas. Um dos nomes citados foi Teresa Vendramini, que negou o convite, segundo aliados.
Aposta da esquerda e cenários
Marina Silva e Márcio França podem ocupar a vice ou o Senado, dependendo da definição final de Haddad, que aponta que ainda é cedo para confirmar. Haddad manifestou o desejo de ter uma vice mulher, mantendo aberturas para outras composições.
Na reta final, a polarização entre lados preocupa pela clareza de nomes e pela viabilidade de alianças. A análise aponta que, para a esquerda, o desafio é encontrar equílibrio entre representatividade e atratividade eleitoral, especialmente no interior paulista.
Conduta e investigações
Eduardo Bolsonaro, ao atuar como suplente de Prado, pode enfrentar questões jurídicas caso haja alguma inelegibilidade ou afastamento. A decisão sobre quem assume dependerá de fatores legais e políticos, conforme o andamento das candidaturas.
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