- O governo dos Estados Unidos vai testar novos modelos de IA antes de serem lançados no mercado, para verificar riscos à segurança nacional.
- A medida surge em meio a debates bipartidários sobre o impacto da IA e segurança de usuários e empregos.
- A Anthropic anunciou o Mythos, um modelo capaz de descobrir falhas em sistemas digitais e potencialmente invadir redes; a empresa limitará seu acesso a um grupo restrito de empresas.
- O governo passou a firmar acordos para avaliações de segurança com Google, Microsoft e xAI, replicando formatos já usados com a OpenAI.
- A mudança representa uma mudança de posição de Washington, que antes defendia menos regulação para as big techs na corrida tecnológica contra a China.
O governo dos EUA, liderado pelo presidente Donald Trump, anunciou que vai testar novos modelos de IA antes de serem lançados no mercado, para verificar potenciais riscos à segurança nacional. A mudança busca evitar uso indevido e ameaças à defesa.
Historicamente, a IA já foi utilizada em operações militares, com imagens de satélite e dados de inteligência para coordenar ataques. Uma parceria envolvendo a Anthropic foi rompida após disputas sobre acesso irrestrito à tecnologia.
A Anthropic revelou o Mythos, um modelo capaz de encontrar falhas em sistemas digitais e prever ataques cibernéticos. O accesso foi limitado a um grupo restrito de empresas, alegando riscos de uso indevido.
Mudança de postura e acordos com empresas
Na semana, o governo informou acordos com Google, Microsoft e xAI para avaliações de segurança antes de lançamentos, alinhando-se a medidas já previstas com a OpenAI durante a gestão anterior.
Na mesma semana, jornalistas da Reuters receberam o Pulitzer por denúncias sobre irregularidades na Meta, dona de Facebook, WhatsApp e Instagram, que teriam permitido chats com cunho sexual envolvendo menores e receitas de anúncios fraudulentos.
Categoria de desdobramentos
As reportagens apontaram que a Meta classificou como imprecisa a estimativa de que 10% das receitas de 2024 viriam dessas postagens ilegais. A empresa afirmou que o número no documento era apenas uma projeção.
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