- Governo anunciou aporte de R$ 960 milhões para o combate ao crime organizado, integrado ao programa Brasil contra o Crime Organizado, com lançamento previsto para terça-feira (12).
- O valor é desdobramento da Lei Antifacção e busca reforçar a política de segurança pública e demonstrar compromisso do país no cenário internacional.
- Lula deverá mencionar o tema em reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcada para a Casa Branca.
- O programa terá cinco eixos: asfixia financeira de facções; combate ao tráfico de armas; padronização de segurança máxima no sistema prisional; aumento da taxa de elucidação de homicídios; retomada de territórios dominados pelo crime.
- Entre as medidas estão o índice nacional de elucidação de homicídios e o fortalecimento da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) com envio de equipamentos, softwares e diárias para operações conjuntas.
O governo Lula deve anunciar, na próxima semana, um aporte de 960 milhões de reais para o combate ao crime organizado. A informação foi divulgada pelo SBT News e integra o programa Brasil contra o Crime Organizado, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O lançamento está previsto para a próxima terça-feira, 12, conforme agenda oficial divulgada pelo Ministério. A iniciativa reforça a política de segurança pública e visa sinalizar compromisso do Brasil no enfrentamento às organizações criminosas, incluindo em frente internacional.
O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, integram a comitiva que acompanhará o anúncio. A participação de autoridades reforça o caráter de prioridade do pacote.
Eixos do programa
O plano é estruturado em cinco pilares: asfixia financeira de facções; combate ao tráfico de armas; padronização de segurança no sistema prisional; aumento da taxa de esclarecimento de homicídios; e retomada de territórios dominados pelo crime.
Entre as medidas está a implantação de um índice nacional de elucidação de homicídios para padronizar a medição da atuação policial. Atualmente, menos da metade dos assassinatos no país é solucionada, segundo o Ministério da Justiça.
Segundo relatos oficiais, o pacote também prevê o reforço da atuação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), com aquisição de equipamentos, software e diárias para operações conjuntas envolvendo diversas forças de segurança.
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