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Grupo aciona ministério para derrubar versão da ditadura sobre morte de JK

Comissões da verdade pedem ao governo divulgação de detalhes da morte de Juscelino Kubitschek para contestar a versão de acidente de trânsito, apontando assassinato de Estado

Juscelino Kubitschek morreu há quase 50 anos, em agosto de 1976. (Foto: EFE/Jaime Pato)
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  • Chefes de comissões da verdade pedirão ao governo Lula a divulgação de todos os detalhes da investigação sobre a morte de Juscelino Kubitschek, para contestar a versão de acidente de trânsito.
  • A ação será enviada nesta quarta-feira (6) ao Ministério dos Direitos Humanos e à Comissão de Mortos e Desaparecidos, com a participação de Serafim Melo Jardim, ex-secretário particular de JK.
  • Juscelino Kubitschek morreu em agosto de 1976, em um acidente na Rodovia Presidente Dutra, próximo a Resende (RJ), conforme a versão oficial da ditadura.
  • O grupo sustenta que JK foi alvo de assassinato político e que as circunstâncias do acidente permanecem não conhecidas pela população.
  • A petição baseia-se em investigação do Ministério Público Federal concluída em 2021, que aponta que o ônibus não bateu no carro de JK e aponta fraudes em exames toxicológicos, cadeia de custódia e outras evidências.

Três chefes de comissões da verdade vão ao governo pedir transparência sobre a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Eles buscam abrir todas as informações da investigação para confrontar a versão oficial de que o acidente foi apenas uma colisão de trânsito.

Participa do movimento Serafim Melo Jardim, que foi secretário particular de JK, segundo apuração do Estadão. A petição será encaminhada ao Ministério dos Direitos Humanos e à Comissão de Mortos e Desaparecidos.

Kubitschek morreu em agosto de 1976, em um acidente na Rodovia Presidente Dutra, na região de Resende (RJ). A versão do regime militar dizia que o carro de JK bateu em um ônibus e atingiu um caminhão, na época.

Pedido aos órgãos oficiais

Os autores contestam essa versão e sustentam que houve assassinato político. Eles destacam que JK era perseguido pela ditadura e afirmam que as circunstâncias permanecem inadequadamente conhecidas.

A fundamentação inclui uma investigação do Ministério Público Federal de 2021 que aponta estudo técnico contrários à colisão com o ônibus. O MPF também aponta inconsistências em exames toxicológicos, cadeia de custódia e outros elementos relevantes.

Segundo o grupo, houve fraude nas apurações da época, com o objetivo de encobrir a verdade. A expectativa é que o governo reconheça oficialmente que JK foi vítima do Estado.

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