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Grupo de mulheres libertárias mira crescimento político em 2026

LOLA Brasil planeja crescer em 2026 com 14 mandatárias e 19 candidatas, defendendo autonomia econômica feminina e redução de políticas públicas de gênero

1 de 1 lola-brasil1 - Foto: Reprodução/Instagram
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  • O Lola Brasil planeja ampliar a atuação política em 2026, com associadas candidatas a cargos nos legislativos estaduais e federal.
  • A organização diz ser apartidária e tem 1.324 associadas em 21 estados; 14 são mandatárias e 19 vão concorrer pela primeira vez.
  • Atualmente, a única representante do grupo no Congresso é a deputada Adriana Ventura, do NOVO, que propôs o PL 1952/2026 para promover autonomia econômica de mulheres vítimas de violência doméstica.
  • O PL 1952/2026 cria o Programa de Promoção da Autonomia Econômica das Mulheres, com apoio público-privado e foco em renda, empreendedorismo e acesso a oportunidades de mercado, sem aumentar gastos do governo.
  • No Fórum da Liberdade, Letícia Barros defendeu o fim gradual de políticas públicas de gênero, buscando autonomia verdadeira para as mulheres e participação no mercado sem dependência estatal.

O Ladies Of Liberty Alliance no Brasil, conhecido como LOLA Brasil, pretende ampliar sua atuação política em 2026. Associa das em todo o país, com candidatas a cargos nos legislativos estaduais e federal, sob a bandeira do liberalismo e do Estado mínimo. O grupo se diz apartidário, mas busca eleger mais mulheres liberais.

Durante o Fórum da Liberdade, em 9 e 10 de abril, a presidente Letícia Barros destacou a importância de eleger mulheres alinhadas aos princípios do LOLA para avançar pautas libertárias no Congresso e nas assembleias. A entidade afirma buscar empoderar mulheres na atuação política.

Dados internos indicam que o LOLA Brasil soma 1.324 associadas em 21 estados. Dessas, 14 ocupam mandatos atuais e 19 serão candidatas pela primeira vez neste pleito. A reportagem teve acesso a levantamentos divulgados pelo grupo.

O apoio do LOLA Brasil às candidatas, mesmo mantendo o rótulo de apartidaridade, é apresentado pela liderança como incentivo às associadas. Letícia Barros explicou que o grupo não endossa partidos ou políticos, mas apoia candidaturas de mulheres de sua rede.

Na prática, as integrantes que já ocupam cargos tendem a estar ligadas a partidos de direita, como NOVO e PL, conforme apurado pela reportagem. O único representante do LOLA no Congresso Nacional é a deputada Adriana Ventura, do NOVO, de São Paulo.

O que vem no Congresso Nacional

Em 23 de abril, Ventura propôs o PL 1952/2026, que cria o Programa de Promoção da Autonomia Econômica das Mulheres (PPAEM). A ideia é estabelecer ações de geração de renda, empreendedorismo e acesso a oportunidades de mercado, com cooperação público-privada e sem aumento de gastos federais.

No Fórum da Liberdade, Barros defendeu o fim de políticas públicas de gênero como forma de evitar dependência financeira. Ela reconheceu que a transição deve ser gradual, com foco na autonomia feminina e na criação de condições para que as mulheres ganhem dinheiro por conta própria.

O projeto de lei tramita hoje na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados e será distribuído às comissões competentes. São coautores os deputados Luiz Lima, do NOVO, e Marcel Van Hattem, também do NOVO.

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