- A operação Efeito Colateral, do Gaeco do Ministério Público, foi deflagrada na manhã desta terça-feira, 5 de maio, em cidades litorâneas de Santa Catarina.
- A investigação aponta que atestados médicos falsos eram usados para justificar pedidos de prisão domiciliar ou liberdade de detentos do Complexo Penitenciário de Itajaí.
- O objetivo era desarticular o esquema de favorecimento a detentos por meio de documentos falsificados.
- Um policial ficou ferido durante a ação.
- A reportagem completa pode ser consultada no NSC Total, parceiro do Metrópoles.
Na manhã desta terça-feira (5/5), o Ministério Público deflagrou a operação Efeito Colateral para desarticular um esquema de emissão de atestados médicos falsos. O objetivo era justificar pedidos de prisão domiciliar ou liberdade de detentos do Complexo Penitenciário de Itajaí, em Santa Catarina.
A investigação aponta que médicos emitiram documentos falsos para facilitar a soltura de presos. O Gaeco, braço do MP, coordena a operação, que ocorreu em diferentes cidades do litoral catarinense. Um policial ficou ferido durante o cumprimento de as buscas.
O caso envolve profissionais médicos e autoridades ligadas ao sistema prisional, segundo apuração inicial. As apurações ainda buscam detalhar a estrutura do esquema, bem como quem autorizou ou teve participação direta nas fraudes.
Desdobramentos
As ações ocorreram de forma simultânea em várias cidades da região litorânea. Não há informações oficiais sobre prisões de suspeitos até o momento. O andamento da investigação será acompanhado por órgãos de Justiça e pelo Ministério Público.
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