- O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que vai aguardar a aprovação na comissão especial da PEC que trata do fim da escala 6×1 antes de conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
- Motta afirmou que pretende votar a PEC até o fim de maio.
- Alcolumbre ainda não se manifestou publicamente sobre a proposta, tema que Lula usou como vitrine para 2026.
- Nos bastidores, o senador mantém relação tensa com o governo após a rejeição do nome de Jorge Messias ao STF e a derrubada do veto presidencial ao projeto de dosimetria.
- Na Câmara, a tramitação é vista como calendário: o foco é avançar a PEC na comissão para, depois, seguir para análise no Senado.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou nesta quarta-feira 5/5 que ficará esperando a aprovação da PEC que trata do fim da escala 6×1 na comissão especial para, depois, conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a análise da proposta no Senado. O foco é avançar na tramitação na Câmara.
Alcolumbre ainda não se manifestou publicamente sobre a PEC 6×1, tema defendido pelo governo como parte de pautas para 2026. A relação entre o senador e o governo federal tem sido marcada por episódios recentes no Congresso.
Nos bastidores, a relação entre Alcolumbre e o Palácio do Planalto ganhou complexidade após a rejeição do nome de Jorge Messias ao STF, movimento raro na história recente. O senador também articulou a derrubada de veto presidencial a um projeto sobre dosimetria.
Na Câmara, Motta enfatiza o calendário: a expectativa é votar a PEC até o fim de maio. A pauta, segundo ele, permanece prioritária para os próximos dias de tramitação na casa.
Contexto político
A expectativa de avanço da PEC ocorre em meio a tensões entre o governo e o comando do Senado. A Câmara trabalha para manter o ritmo das votações enquanto o Senado avalia o tema. A situação será acompanhada de perto pelos ministros e pela base governista.
Desdobramentos
Analistas avaliam que o ritmo da comissão pode influenciar o debate no Senado. Caso a PEC seja aprovada na comissão, o próximo passo envolve apreciação em plenário no Senado e possíveis ajustes no texto.
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