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PF prende deputado estadual Thiago Rangel no Rio

Prisão do deputado Thiago Rangel abre investigação sobre fraudes em compras e obras na Secretaria Estadual de Educação do Rio, com 7 detidos e 23 buscas

Policiais federais cumpriram 7 mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão em 4 municípios fluminenses: Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana.
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  • Polícia Federal prendeu o deputado estadual Thiago Rangel (Avante-RJ) na 4ª fase da Operação Unha e Carne, apurando fraudes em compras e obras na Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.
  • Ao todo, foram cumpridos 7 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão em quatro municípios: Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana.
  • A investigação aponta direcionamento de contratações para empresas previamente selecionadas com vínculos com a organização criminosa.
  • Os investigados podem responder por organização criminosa, peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, entre outros delitos que surgirem.
  • A ação integra a força-tarefa Missão Redentor 2, criada para coibir crimes com resources públicos, seguindo decisão do Supremo Tribunal Federal.

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, o deputado estadual Thiago Rangel (Avante-RJ). A ação ocorreu durante a 4ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga fraudes em compras e na contratação de serviços na Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.

Ao todo, foram cumpridos 7 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão em quatro municípios fluminenses: Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. As ordens foram expedidas pelo STF.

Detalhes da operação

A investigação identificou um suposto esquema de direcionamento nas contratações realizadas por escolas estaduais, com empresas previamente selecionadas e vinculadas à organização criminosa. Entre as ações apuradas estão compras de materiais e obras de reforma.

Os investigados podem responder por organização criminosa, peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. Outros delitos poderão ser atribuídos caso surjam novas evidências durante as diligências.

A ação integra a força-tarefa Missão Redentor 2, criada para cumprir o Acórdão da ADPF 635, com foco em inteligência e repressão a grupos criminosos no estado. O objetivo é reduzir espaços de atuação de ilícitos envolvendo agentes públicos.

A PF segue as apurações para identificar outros possível golpe e cruzar informações com órgãos de controle. O texto não traz manifestações oficiais de defesa neste momento.

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