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PF prende sete em nova fase de operação contra fraudes em licitações no RJ

PF prende sete em nova fase da Operação Unha e Carne, que mira fraudes em licitações da educação estadual no Rio e pode envolver peculato

As ações foram cumpridas em cidades do Rio de Janeiro
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  • PF cumpriu sete mandados de prisão e 23 de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa investigada por fraudes em licitações na Secretaria de Educação do Rio de Janeiro.
  • A ação é a quarta fase da Operação Unha e Carne, que apura desvios em contratações realizadas por escolas estaduais para empresas ligadas ao esquema.
  • As ordens foram cumpridas no estado do Rio de Janeiro, na capital, e em Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana.
  • Além de organização criminosa, os investigados podem responder por peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.
  • As investigações tiveram início após suspeita de vazamento de informações sigilosas por parte de agentes públicos para facções criminosas.

O delegado da Polícia Federal cumpriu sete mandados de prisão e 23 de busca e apreensão nesta terça-feira, no Rio de Janeiro. A operação mira integrantes de uma organização criminosa suspeita de fraudes em licitações na Secretaria de Educação do RJ.

As ações fazem parte da quarta fase da Operação Unha e Carne, que investiga desvios de recursos públicos nas contratações de escolas estaduais com empresas previamente selecionadas pelo esquema.

Os alvos atuam no estado, com mandados cumpridos na capital, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. Além de organização criminosa, podem responder por peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

Desdobramentos da operação Unha e Carne

As investigações tiveram início após a suspeita de vazamento de informações sigilosas por parte de agentes públicos para facções criminosas. Na primeira fase, em dezembro de 2025, o então deputado estadual Rodrigo Bacellar foi preso diante de evidências de que teria avisado TH Joias sobre a ação e instruído a destruir provas.

Na segunda fase, agentes prenderam preventivamente o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto. Na terceira fase, Bacellar foi novamente preso, em Teresópolis, após cassação de mandato pelo TSE.

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