- A prefeitura de Belo Horizonte vai reestruturar o modelo de concessão do transporte público, com prioridade de reduzir a tarifa e o subsídio repassado às empresas de ônibus.
- Os contratos de concessão devem ser renovados em 2028, conforme afirma o prefeito Álvaro Damião (União Brasil).
- A prefeitura assinou um contrato com o BNDES para estruturar a nova concessão, dentro do eixo Mobilidade Futura do projeto Transformador Mobilidade para Todos.
- O acordo envolve diagnóstico do sistema, modelagem e estruturação do processo de licitação; atualmente o transporte conta com cerca de 3 mil veículos que atendem 950 mil passageiros por dia.
- O prefeito também informou que pretende debater com vereadores a aplicação da lei sobre internação voluntária e involuntária de dependentes químicos, que entrou em vigor nesta terça-feira.
A Prefeitura de Belo Horizonte anunciou a reestruturação do modelo de concessão do transporte público, com foco na redução do valor da tarifa e do subsídio repassado às empresas de ônibus. A iniciativa foi anunciada nesta terça-feira (5).
Segundo o prefeito Álvaro Damião, a renegociação das concessões ocorrerá com prioridade de diminuir o custo do subsídio, reduzir o valor da passagem e elevar a qualidade do serviço, especialmente no cumprimento dos horários. A renovação dos contratos está prevista para 2028.
A prefeitura assinou hoje um contrato com o BNDES para estruturar a nova concessão, dentro do eixo Mobilidade Futura do Projeto Transformador Mobilidade para Todos. A parceria envolve diagnóstico, modelagem e licitação do novo sistema.
Atualmente, o sistema de transporte de Belo Horizonte opera com cerca de 3 mil veículos e atende aproximadamente 950 mil passageiros por dia, segundo dados da gestão municipal.
Estrutura da nova concessão
A assinatura com o BNDES contempla etapas de estudo técnico e planejamento, com metas de melhoria da qualidade do serviço e de eficiência do subsídio público. As informações oficiais apontam que a iniciativa busca maior previsibilidade financeira para a gestão municipal.
A prefeitura informou que a redução de gastos com subsídio poderá liberar recursos para outras áreas, como educação, saúde e infraestrutura, sem detalhar valores específicos neste momento.
Internação voluntária e involuntária
O prefeito comentou ainda sobre a aplicação de uma lei que regula internação voluntária e involuntária de dependentes químicos, entrante em vigor nesta terça-feira.
Damião disse que pretende conversar com vereadores para entender o projeto, mas afirmou que a cidade precisa responder à situação de pessoas que, segundo ele, não conseguem mais decidir por si mesmas. A fala ocorreu no contexto de o projeto ter entrado em vigor automaticamente sem sanção ou veto do município.
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