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Relator da PEC afirma fim da escala 6×1 e manutenção de salário inegociáveis

Relator da PEC afirma fim da escala 6x1 e manutenção de salários como pontos inegociáveis, buscando mitigar impactos ao setor produtivo

Deputado Léo Prates (Republicanos-BA), relator da PEC do fim da escala 6x1 — Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados
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  • O relator da comissão especial da Câmara, Léo Prates, afirmou que o fim da escala 6×1 e a manutenção dos salários são pontos inegociáveis no debate.
  • Ele destacou que, dentro dessas diretrizes, buscarão mitigar os impactos para o setor produtivo, ainda sem definição sobre o tempo de transição.
  • Nesta terça, a comissão realiza a primeira audiência para aprovar o plano de trabalho; amanhã deverá participar o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.
  • A comissão planeja audiências em diferentes estados, começando pela Paraíba, conforme pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta; depois serão realizados em Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul.
  • O cronograma estabelece relatório entre 20 e 21 de maio, votação na comissão entre 25 e 26 de maio e votação no plenário até 28 de maio.

O relator da comissão especial da Câmara que analisa a PEC que prevê o fim da escala 6×1 afirmou que esse modelo e a manutenção dos salários são pontos inegociáveis no debate. A declaração aconteceu nesta terça-feira, 5, durante reunião da comissão.

Ele informou que ainda não há definição sobre o tempo de uma eventual regra de transição, mas que será encontrada uma equação para reduzir impactos ao setor produtivo.

A audiência inicial para aprovação do plano de trabalho ocorreu nesta terça. Amanhã está prevista a participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, na comissão.

Agenda de audiências e próximas etapas

O presidente do colegiado, Alencar Santana, informou que audiências serão realizadas em estados diferentes, começando pela Paraíba, a pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta.

A agenda prevê, na sequência, audiências em Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, com objetivo de subsidiar o relatório.

Segundo o cronograma, o relatório deve ficar pronto entre 20 e 21 de maio e ir a voto na comissão entre 25 e 26 de maio; a votação no plenário está prevista até 28 de maio.

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