- STF, por meio da Primeira Turma, vai julgar na próxima semana a denúncia da PGR contra três policiais por obstrução de justiça no caso Marielle.
- O julgamento ocorre no plenário virtual entre 15 e 22 de maio.
- Entre os denunciados está Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, já condenado em fevereiro em ação penal sobre os mandantes do crime.
- A denúncia atual foi apresentada em fevereiro, antes da análise sobre os mandantes.
- Também são acusados o delegado Giniton Lages e o policial civil Marco Antonio de Barros Pinto.
A Primeira Turma do STF começará, na próxima semana, a julgar a denúncia apresentada pela PGR contra três policiais acusados de obstrução de Justiça nas investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco. O processo será apreciado no plenário virtual entre 15 e 22 de maio, de forma integrada ao quadro de ações em curso sobre o caso.
A denúncia envolve Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, além do delegado Giniton Lages e do policial civil Marco Antonio de Barros Pinto. Os três respondem pelos atos de obstrução atribuídos à investigação sobre o homicídio de Marielle, ocorrido em 2018.
Rivaldo Barbosa já havia sido condenado, em fevereiro, em outra ação penal relacionada aos mandantes do crime. A condenação registrada foi por obstrução e corrupção passiva, com pena de 18 anos de prisão, após avaliação de que não haveria provas suficientes para o planejamento do homicídio. A denúncia atual foi apresentada em fevereiro, priorizando a responsabilização pela obstrução investigativa.
Envolvidos e contexto jurídico
Entre os denunciados, além de Rivaldo Barbosa, estão Giniton Lages, delegado, e Marco Antônio de Barros Pinto, policial civil. A avaliação do STF seguirá a tramitação prevista para o plenário virtual, com leitura de peças processuais e manifestações das partes.
Plenário e desdobramentos
O julgamento no formato virtual permite a análise pelos ministros da Corte sem presença física. O resultado pode definir novas medidas judiciais ou desdobramentos no caso Marielle, que segue sob investigação e apuração de responsabilidades.
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