- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, confirmou que Felício Ramuth seguirá como vice na chapa da reeleição.
- André do Prado, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, será o segundo candidato ao Senado, ao lado de Guilherme Derrite, já confirmado.
- Eduardo Bolsonaro abriu mão da candidatura ao Senado; a vaga de André do Prado foi anunciada como acordo anterior com o presidente Jair Bolsonaro.
- Ainda não está decidida a possibilidade de Eduardo Bolsonaro ser suplente de André do Prado; há avaliação sobre implicações legais caso chegue a ser aposta para suplência.
- Além de Derrite e Prado, o espectro de outros candidatos ao Senado na direita include Podemos, Novo e PSDB; o governo pretende convergência entre partidos até as convenções.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirmou que Felício Ramuth (MDB) permanece como vice na chapa pela reeleição. Além disso, André do Prado (PL), atual presidente da Alesp, será o segundo candidato ao Senado, ao lado de Guilherme Derrite (PP).
A decisão foi anunciada em coletiva na manhã desta terça-feira, 5, durante celebração de um ano do programa São Paulo pra Toda Obra. Tarcísio explicou que a escolha de André do Prado ocorreu após Eduardo Bolsonaro abrir mão da candidatura.
Segundo o governador, a decisão foi combinada previamente com o presidente Jair Bolsonaro. A vaga ao Senado ficará com André do Prado, com confirmação prevista pelas vias oficiais. Eduardo Bolsonaro ainda não tem suplente definido.
Questionado sobre a possibilidade de Eduardo ser suplente de André, Tarcísio disse não ter confirmação no momento. Em debate, o presidente da Alesp afirmou ter convidado Eduardo para compor como suplente se o caminho for pelo seu nome.
A imprensa apurou que, além de Derrite e do Prado, outros nomes da direita devem disputar o Senado em São Paulo. Podemos sinaliza Delegado Palumbo ou Geraldo Rufino; o Novo mantém Ricardo Salles; o PSDB avalia candidatura própria.
Tarcísio indicou que pretende avanços com os partidos para convergência até as convenções. A ideia é fechar um campo estável para a disputa, sem apontar viabilidade de alianças além do esperado, mantendo foco na composição atual.
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