- Pesquisa Meio/Idea aponta aprovação de Lula em 44% e desaprovação em 53% entre 1º e 5 de maio; abril era 45%/51%; 3% não souberam.
- 52% dizem que Lula não merece ter mais um mandato; 44% acham que ele merece continuar; 4% não sabem.
- Governo é avaliado como: 11% ótimo, 20,5% bom, 21% regular, 14% ruim, 32,2% péssimo, 1,2% não sabe.
- Economia: 9,5% ótima, 18,2% boa, 21,8% regular, 12,4% ruim, 34,7% péssima.
- Rejeição à indicação de Jorge Messias ao STF: 58,6% sabiam da rejeição; principais motivos são articulação da oposição para enfraquecer o governo (36%) e derrota de Lula (35%), com propostas de nomes técnicos (39,7%) e outros perfis (37%).
Meio/Idea divulgou nesta quarta-feira uma pesquisa sobre a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e temas ligados ao governo. O levantamento mostra queda marginal na aprovação do presidente entre abril e maio, com a maioria desaprovando seu mandato. As medidas recentes do governo não geraram impacto positivo imediato na percepção pública.
Entre 1º e 5 de maio, 44% aprovam Lula e 53% desaprovam. Em abril, 45% aprovavam e 51% desaprovavam. Não sabe passou de 4% para 3%. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com 95% de confiança.
Desempenho do governo
A avaliação do governo ficou dividida entre 11% ótimo, 20,5% bom, 21% regular, 14% ruim e 32,2% péssimo. 1,2% não sabem.
Economia
Na segurança econômica, 9,5% veem a economia como ótima, 18,2% como boa, 21,8% regular, 12,4% ruim e 34,7% péssima.
Segurança pública
Sobre segurança, 32% avaliam como péssima, 24,1% ruim, 24% regular, 11,7% boa e 6% ótima.
Saúde
Na saúde, 30% consideram péssima, 14,1% ruim, 25,3% regular, 18,2% boa e 10,1% ótima.
Rejeição a Messias
Sobre a rejeição à indicação de Jorge Messias ao STF, 58,6% tinham conhecimento, 12,9% não tinham certeza e 28,5% não souberam.
Entre as motivações para a rejeição, 36% atribuíram à oposição que busca fragilizar o governo; 35% associaram à derrota de Lula; 12% disseram que o Senado cumpriu seu papel; 8% entenderam que indicações ao STF não devem passar pelo Senado; 9% não sabem.
Nomeação ao STF
Sobre o nome a ser indicado, 37% preferem manter perfil político, 39,7% desejam um nome técnico, 13,2% buscam consenso negociado e 5% defendem mulher para a vaga. 5,4% não sabem.
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