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Eduardo instala poste em SP na disputa ao Senado e irrita aliados do PL

Manobra de Eduardo Bolsonaro com André do Prado provoca insatisfação interna no PL, por aproximação ao Centrão e freia renovação de quadros

André do Prado ao lado de Flávio e Eduardo Bolsonaro
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  • André do Prado, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, foi escolhido pelo PL para representar o bolsonarismo ao Senado, com Eduardo Bolsonaro como suplente.
  • A decisão gerou insatisfação interna no PL, já que Eduardo está fora do Brasil por tempo indeterminado e a manobra é vista como “imobilizar” novas candidaturas.
  • Nomes como Mário Frias e Marco Feliciano foram preteridos; a vaga adicional fica com o deputado Guilherme Derrite (PP-SP).
  • A proximidade de André do Prado com o Centrão preocupa aliados de Bolsonaro e de Tarcísio de Freitas, gerando resistência interna.
  • Eduardo Bolsonaro anunciou a decisão nas redes sociais, ressaltando que André se encaixa no projeto e destacando pautas de liberdade; não há expectativa de retorno dele ao Brasil.

Eduardo Bolsonaro escolheu André do Prado para representar o bolsonarismo no Senado por São Paulo, com ele como suplente. A decisão envolve o presidente da Alesp (PL-SP) e o ex-deputado Eduardo, que atua fora do Brasil por tempo indeterminado.

A escolha gerou insatisfação interna no PL. Membros da legenda reclamam, em reservado, que a manobra para colocar o filho 03 de Jair Bolsonaro facilita a primeira chapa e dificulta a entrada de novos quadros.

Nomes como Mário Frias e Marco Feliciano eram cotados para a disputa, mas foram preteridos. Guilherme Derrite (PP-SP) ficou com a outra vaga da chapa.

Apesar de Eduardo Bolsonaro ter sido apontado como favorito para o Senado em São Paulo, sua mudança para os Estados Unidos impediu eventual retorno ao Brasil. A decisão envolve aliados de Bolsonaro e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Reações internas no PL

Para alguns aliados, o uso do sobrenome da família cria vantagem eleitoral, enquanto outros temem que André do Prado se associe a posições próximas ao Centrão, afastando o estilo de referência do “bolsonarismo raiz”.

O anúncio foi feito por Eduardo Bolsonaro nas redes sociais, sem indicar data de retorno ao Brasil e sem consulta formal ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que não se manifestou publicamente sobre a escolha.

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