- O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu nesta quarta-feira a redução imediata da jornada para quarenta horas semanais sem redução de salário e fim da escala 6×1.
- A proposta seria iniciada de forma imediata, sem tempo de transição, cabendo ao Congresso decidir sobre eventual período de adaptação.
- O relator é apontado como quem deve ouvir as partes e montar o relatório sobre o tema.
- Marinho afirmou que as empresas devem sentir benefício com a melhoria das condições de trabalho, o que, segundo ele, dispensa compensação econômica.
- Ele destacou que a redução da jornada tende a melhorar a qualidade do ambiente de trabalho e a produtividade, seguindo modelos de outros países.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu nesta quarta-feira a redução imediata da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com dois dias de folga, sem redução de salário. A proposta visa encerrar a prática da escala 6×1.
Segundo o ministro, a medida pode entrar em vigor sem prazo de transição, cabendo ao Congresso decidir sobre eventuais ajustes no tempo de implementação. O relator do tema ficaria responsável pela ouvir a opinião dos setores e pela construção do relatório.
Marinho afirmou que as empresas devem sentir ganhos com a melhoria de condições de trabalho, assim como ocorre em outros países, o que reduziria a necessidade de compensação aos empregadores. A ideia é associar produtividade a um ambiente de trabalho mais estável.
A posição do governo permanece sujeita à análise legislativa, com o debate ainda em curso no Congresso. A declaração foi feita em meio a discussões sobre como a redução da jornada pode impactar emprego, produtividade e custos das empresas. Fonte: Agência Brasil.
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