- O Tribunal Superior Eleitoral apresentou nesta terça-feira a mascote Pilili, criada para as eleições de 2026 em celebração aos 30 anos da urna eletrônica no Brasil, com objetivo de estimular o voto entre jovens.
- O nome Pilili imita o som da urna ao fim do processo de votação; nas redes, porém, apareceram memes associando-o ao personagem Cebolinha, da Turma da Mônica.
- Internautas sugerem novos apelidos, como Zé Urninha e Zé Votinho, para a mascote, comparando-a com Zé Gotinha, símbolo das campanhas de imunização.
- A cerimônia de lançamento contou com a participação da ministra Cármen Lúcia, que destacou a importância da participação de jovens de 15 a 17 anos, para quem o voto é facultativo.
- A ministra também defendeu a urna eletrônica como avanço, afirmando que ela reduziu fraudes e assegura que os votos reflitam a vontade do povo.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou nesta terça-feira a Pilili, mascote das eleições de 2026, criada para celebrar os 30 anos da urna eletrônica no Brasil. A ideia é tornar o voto mais lúdico e acessível, especialmente para jovens.
O nome do símbolo remete ao som clássico emitido pela urna ao fim do processo de votação, mas rapidamente gerou memes na internet. Internautas associaram a denominação a Cebolinha, personagem da Turma da Mônica, criando brincadeiras sobre trocas de letras.
Também circulam sugestões de apelidos próximos ao universo das campanhas, como Zé Urninha, Zé Votinho e Zé Gotinha da Democracia, em tom de brincadeira com a temática eleitoral. A comparação com outros símbolos de saúde e votação ganhou força online.
Repercussão nas redes
Memes passaram a explorar a semelhança visual entre Pilili e Zé Gotinha, destacando cores e traços. Usuários comentam a proximidade entre as mascotes e a ideia de uma comunicação jovem e acessível.
Além disso, houve debate sobre a popularização do tema e o papel da mascote na educação cívica. Não houve alterações oficiais no design após a cerimônia de lançamento.
Cerimônia de lançamento e participação
A cerimônia contou com a presença da ministra Carmen Lúcia, que ressaltou a participação de jovens de 15 a 17 anos nas eleições futuras. O voto nessa faixa etária é facultativo, segundo o marco legal vigente.
A ministra defendeu a urna eletrônica como avanço institucional, afirmando que o equipamento ajudou a reduzir fraudes e garantir que o resultado reflita a escolha do eleitor.
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