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Nova York inaugura biblioteca dedicada aos arquivos Epstein

Nova biblioteca de arquivos Epstein abre em Tribeca, exibe 3,5 milhões de páginas reunidas pelo Institute for Primary Facts, por tempo limitado por agendamento

Photograph: Anna Maria Lopez/Courtesy of BPI Group
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  • Leitura aberta ao público, em Tribeca, Nova York, reúne 3,5 milhões de páginas de arquivos relacionados a Epstein, organizadas em mais de 3.700 volumes, de 8 a 21 de maio, somente por agendamento.
  • A mostra exibe, segundo o organizador, mais de 17 mil libras de evidências, destacando a escala dos crimes de Epstein e a impunidade que o acompanhou.
  • O espaço é mantido pelo Institute for Primary Facts, uma organização sem fins lucrativos que promove transparência e responsabilidade gubernamental.
  • O acervo inclui uma linha do tempo detalhada sobre a relação de Epstein com Donald Trump, desde o encontro em Palm Beach em 1987 até a presença de Epstein no casamento de Trump em 1993 e a participação em Mar-a-Lago até 2007, quando supostamente testemunhou comportamentos inadequados com a filha de outro sócio.
  • A exposição é organizada para apoiar as vítimas de Epstein, com velas no chão representando mais de 1.200 vítimas; o White House afirmou que Trump foi “totalmente exonerado” em relação a Epstein.

Um espaço de leitura em Tribeca, Nova York, exibe 3,5 milhões de páginas de documentos ligados a Jeffrey Epstein, organizados em mais de 3.700 volumes. A mostra fica no Donald J. Trump and Jeffrey Epstein Memorial Reading Room, sob curadoria do Institute for Primary Facts.

A instalação reúne registros que a Justiça dos EUA liberou no início deste ano, com mais de 17 mil libras de evidências disponíveis para consulta. O local funciona de 8 a 21 de maio, apenas para visitas mediante agendamento.

O principal organizador é David Garrett, responsável pela montagem da exposição, que pretende evidenciar a magnitude dos crimes atribuídos a Epstein e a impunidade com que muitos casos foram gerenciados.

Os materiais incluem uma linha do tempo das relações de Epstein com Trump, desde o suposto primeiro encontro em Palm Beach (1987) até a participação de Epstein no casamento de Trump em 1993 e a saída de Epstein de Mar-a-Lago em 2007. A instalação também presta apoio às vítimas, com velas simbólicas pela história de mais de 1.200 denunciantes.

Em resposta a perguntas, a assessoria da Casa Branca informou que Trump foi exonerado em relação a Epstein e que tem apoiado as vítimas do caso de forma significativa. A nota não cita novos desdobramentos ou investigações em curso.

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