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Novo perde puxador de votos em MG e busca alternativas para o Congresso

Saída de Gleidson Azevedo gera insegurança na chapa do Novo em Minas e pode reduzir puxadores de voto para Câmara e Senado

Irmão do Cleitinho, o ex-prefeito Gleidson Azevedo era aposta do Novo na corrida pela Câmara dos Deputados. (Foto: Dirceu Aurélio/Governo de MG)
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  • O Novo perdeu Gleidson Azevedo, ex-prefeito de Divinópolis, que migrará para o Republicanos, deixando dúvidas sobre a chapa de deputado federal no estado. A expectativa interna era de cerca de oitenta mil votos dele.
  • A saída de Gleidson enfraquece a candidatura do partido em Minas e aumenta a pressão sobre a direção estadual, com outros pré-candidatos buscando siglas como PL, Republicanos e PSD.
  • Em meio a tensões, cresce a aposta de nomes vistos como alternativas para compor a nominata federal, enquanto a liderança do Novo enfatiza que a saída de Gleidson pode animar os remanescentes.
  • Um dos nomes em evidência para o Senado é Marco Antônio Costa, o “Superman”, que anunciou a pré-candidatura e afirma apoio da Executiva Nacional.
  • O Novo mantém a meta de entre quatrocentos mil e seiscentos mil votos em Minas para superar a cláusula de barreira, com a nominata para a Assembleia Legislativa mais estruturada e previsão de até cinco cadeiras.

A menos de dois meses das convenções, o Novo enfrenta um desafio estratégico em Minas Gerais, onde eleitores associam a sigla ao governador Romeu Zema. A migração de políticos para outras legendas, além da saída de Gleidson Azevedo, sinaliza insegurança sobre a força da chapa no estado para o Congresso.

Gleidson Azevedo, ex-prefeito de Divinópolis e irmão do senador Cleitinho (Republicanos), deixou o Novo para se filiar ao Republicanos. O partido já havia liberado sua candidatura a deputado federal, com expectativa de cerca de 80 mil votos, o que ampliou dúvidas sobre a capacidade de manter a nominata mineira.

A saída de Azevedo reabriu rapidamente a discussão sobre a robustez da base de apoio do Novo em Minas. Eleitores que viam nele o principal puxador de votos passaram a questionar a viabilidade da chapa, apesar da influência de Zema. Inseguranças sobre acordos internos também cresceram entre filiados.

Adebate de lideranças internas aponta para perdas de nomes considerados “de meio de chapa”, importantes para compor uma lista competitiva. Segundo a Gazeta do Povo, há insatisfação com a centralização de decisões e com a falta de diálogo com pré-candidatos.

Disputa pelo Senado acende tensões

A possível candidatura ao Senado é tema de atenção: Marco Antônio Costa, conhecido como Superman, mudou-se para Minas em 2025 e filiou-se ao Novo em 2025. Ele chegou a cogitar vaga na Câmara, mas passou a defender o Senado após anunciar a pré-candidatura nas redes.

Costa afirma contar com apoio da Executiva Nacional. O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, elogiou o político, mas não confirmou a pré-candidatura ao Senado. Em resposta, o presidente estadual, Christopher Laguna, disse que Costa permanece como pré-candidato à Câmara até alinhamento nacional.

Apesar dos impactos, o Novo mantém meta de 400 mil a 600 mil votos em Minas, para contribuir com a superação da cláusula de barreira e ampliar a representatividade no Congresso. Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país e, portanto, estratégico para a sigla.

A nominata para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais é vista como mais estruturada. Laguna afirma que a chapa pode chegar a cinco cadeiras, com até 36% de mulheres entre as candidatas, e que há cerca de 103 nomes disponíveis para 78 vagas.

O Novo tem dois deputados estaduais com atuação relevante no interior, Maurício e Zé Laviola, que devem disputar a reeleição. A convenção estadual está marcada para o fim de julho, com data limite para registro de candidaturas até 15 de agosto; a data de 16 de julho reserva um encontro em Belo Horizonte para sinalizar as candidaturas.

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