- Ricardo Salles, pré-candidato ao Senado pelo Novo, negou retirar sua candidatura para apoiar André do Prado (PL), em entrevista ao SBT News.
- Ele chamou Prado de “filhote de Valdemar Costa Neto” e afirmou que parte da cúpula do PL defende acordos e negócios com o Centrão.
- Salles disse que foi rifado pelo Centrão em eleições anteriores e afirmou que o Novo não será comprado para deixá-lo da legenda.
- Sobre o STF, criticou a rejeição de Jorge Messias e atribuiu motivação política; também atacou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, dizendo que ele usou a pauta ideológica para se blindar de investigações.
- Também classificou Simone Tebet e Marina Silva como “forasteiras” para São Paulo, afirmando que a capital não pode ser repositório de fracassados.
Ricardo Salles, pré-candidato do Novo ao Senado, afirmou ao SBT News que não pretende abrir mão da postulação para apoiar André do Prado (PL), atual presidente da Alesp. O deputado criticou a cúpula do PL e o Centrão, mantendo a campanha até o fim.
Ele afirmou que não existe possibilidade de abandonar a disputa para favorecer o pretendente do PL, e reforçou que o Novo não é o PL nem está sujeito a pressões de acordo com acordos políticos.
Salles também classificou como inadequado o apoio do PL a Prado e descreveu o movimento como vergonhoso. Segundo o deputado, Valdemar Costa Neto utilizaria a imagem da direita para fortalecer o Centrão.
> O pré-candidato relembrou ter sido rifado por acordos políticos em disputas anteriores, citando a eleição municipal de São Paulo, quando, segundo ele, possuía expressiva votação antes de algumas decisões internas do partido.
Controvérsias internas e desdobramentos
Salles criticou ainda a rejeição pelo Senado do nome do advogado-geral da União para o STF, atribuindo motivação política ao episódio. Também comentou o papel do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a quem atribuiu uso estratégico da pauta ideológica para se blindar de investigações.
O deputado atacou as candidaturas de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) ao Senado em São Paulo, chamando-as de forasteiras. Afirmou que São Paulo deve privilegiar candidatos locais, dizendo que o estado não pode servir de palanque para figuras de outros estados.
O SBT News solicitou posicionamento dos partidos PL e do Senado, mas não houve retorno até o fechamento deste texto. O espaço permanece aberto para novas informações.
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