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Aldo Rebelo contesta plano de privatizações de BB e Petrobras de Zema

Aldo Rebelo critica plano de Zema e diz que privatizar Banco do Brasil e Petrobras transferiria ativos estratégicos a estatais estrangeiras, especialmente chinesas

Aldo Rebelo, secretário de Relações Internacionais da cidade de São Paulo (Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)
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  • O pré-candidato da Democracia Cristã, Aldo Rebelo, atacou o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, ao contestar propostas de privatização de estatais.
  • Em vídeo publicado nas redes sociais no dia 8, Rebelo chamou Zema de desinformado e desqualificado.
  • Zema defende privatizações de empresas federais, como Petrobras (Petrobras) e Banco do Brasil (BB), para reduzir a dívida pública e aliviar a pressão sobre os juros.
  • Rebelo afirma que a venda de ativos estratégicos pode levar o controle a grupos estrangeiros, especialmente empresas chinesas, transformando ativos brasileiros em estatais estrangeiras.
  • O debate acompanha as falas de Zema em entrevistas e encontros com empresários em São Paulo, com foco na utilização dos recursos das privatizações para redução do endividamento.

O pré-candidato da Democracia Cristã (DC), Aldo Rebelo, criticou publicamente o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, que defende a privatização de estatais brasileiras. Rebelo afirmou que tais propostas ignoram o avanço de grupos estrangeiros sobre setores estratégicos da economia.

Em vídeo publicado nas redes sociais nesta sexta-feira (8), Rebelo classificou Zema como desinformado e desqualificado ao comentar a defesa pela privatização de Petrobras e Banco do Brasil. O ex-ministro destacou risco de transferência de ativos para investidores estrangeiros.

Segundo Rebelo, grandes grupos internacionais, especialmente empresas chinesas, teriam condição financeira para adquirir ativos estratégicos do país, apontando um movimento contrário aos interesses nacionais. Ele questionou a lógica de vender parte do Banco do Brasil sem definição de comprador.

Nos últimos dias, Zema voltou a defender a privatização de empresas federais em entrevistas e encontros com empresários em São Paulo. O ex-governador afirmou que os recursos obtidos com privatizações poderiam reduzir a dívida pública e aliviar a pressão sobre as taxas de juros.

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