- Comissão conclui que o ex-presidente Juscelino Kubitschek foi morto pela ditadura militar.
- Relatório com mais de cinco mil páginas contraria a versão oficial de que o acidente foi a causa da morte.
- Documento aponta que a certidão de óbito deveria ser alterada para refletir homicídio por intervenção do regime.
- O parecer será analisado e precisa ser aprovado por uma comissão vinculada ao governo federal.
- A divulgação ocorre às vésperas de cinquenta anos da morte de JK.
A comissão que acompanha o tema concluiu que o ex-presidente Juscelino Kubitschek foi morto pela ditadura militar. O parecer sustenta que o acidente não foi acidental e pede a retificação da certidão de óbito.
O relatório, com mais de 5 mil páginas, contraria a versão oficial divulgada na época sobre a morte de JK. A documentação será submetida à aprovação de uma comissão vinculada ao governo federal.
Segundo integrantes da comissão, a conclusão busca esclarecer responsabilidades políticas e históricas do regime. Não há, até o momento, conclusão sobre as circunstâncias exatas do decesso.
A análise ocorre às vésperas de 50 anos da morte do ex-presidente, e integra um conjunto de ações para revisitar episódios marcantes do período militar. O objetivo é ampliar o entendimento público sobre o tema.
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