- Mensagem que circula atribui a Alexandre Frota a denúncia de um plano de bolsonaristas para invadir igrejas, queimar coisas e bater em padres dias antes das eleições para prejudicar Lula.
- A verificação aponta que a declaração é falsa; não há registro de Frota ter feito isso nem de provas do tal plano.
- A assessoria do vereador afirmou que o conteúdo é falso e que pedirá a remoção das postagens falsas.
- O conteúdo já circula desde 2022 nas redes sociais, mas não há notícias ou registros recentes de Frota defendendo ou denunciando esse lido de bolsonaristas contra Lula.
- Em checagens similares, destaca-se que declarações de políticos costumam ser criadas para desinformação; vale checar com palavras-chave e fontes confiáveis antes de compartilhar.
Ao menos uma publicação com fala atribuída ao vereador Alexandre Frota circula desde 2022 nas redes sociais. A mensagem afirma que bolsonaristas teriam plano de invadir igrejas, incendiar locais e agredir padres, usando roupas vermelhas e a estrela do PT, dias antes das eleições. O objetivo seria prejudicar a campanha de Lula.
O conteúdo não tem registro em veículos de imprensa nem confirmação de autoridades. O Estadão Verifica informou que a declaração é falsa e que não há provas de qualquer plano como esse. A assessoria de Frota negou a autoria das falas.
Segundo apuração, o vereador, que atua em Cotia (SP), não proferiu tais palavras. A assessoria afirmou que a fala foi inventada e que pedirá a remoção de postagens falsas. A verificação também mostrou ausência de menções do fato em fontes confiáveis.
O material viralizou principalmente no Instagram, com a frase atribuída a Frota. Não há registros públicos de Frota denunciando planos de apoiadores de Bolsonaro para prejudicar Lula. O veículo não encontrou declarações correspondentes em redes oficiais.
Especialistas em checagem alertam sobre desinformação semelhante amplificada pelas redes. Em buscas por palavras-chave, não há notícia de que Frota tenha feito denúncia de tal plano ou que haja evidência de invasões de igrejas com esse perfil.
Como lidar com esse tipo de conteúdo, orienta-se checagem de fontes, busca reversa de imagens e confirmação em veículos reconhecidos. O objetivo é evitar a propagação de informações sem base factual sólida.
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