- A Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou o historiador Eduardo Bueno, conhecido como “Peninha”, por discriminação religiosa contra evangélicos.
- O indiciamento ocorreu após ele dizer, em fevereiro, em vídeo no YouTube, que “evangélico não tem que votar”.
- O delegado Vinicius Nahan afirmou que a conduta caracteriza infração da Lei Federal sete mil-setecentos e dezesseis/1989, que pune preconceito por religião.
- O vídeo intitulado “Com Mil Raios” foi removido da plataforma após decisão judicial; nele, o escritor desconsiderou o direito de voto de evangélicos.
- O inquérito segue para o Ministério Público, que decidirá se oferece denúncia; a Polícia Federal de Porto Alegre também investiga o caso.
Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, foi indiciado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul pelo crime de discriminação religiosa contra evangélicos. A decisão ocorreu nesta quinta-feira, após análise de vídeo publicado no YouTube.
O inquérito foi instaurado em fevereiro, após Bueno afirmar que evangélicos não teriam que votar. A conclusão policial aponta para infração à Lei Federal 7.716/89, que pune preconceito por religião.
A investigação envolve a análise do vídeo registrado no canal do escritor, ligado ao conteúdo do programa Com Mil Raios, que foi removido da plataforma após decisão judicial. As declarações foram feitas em janeiro.
Situação processual e desdobramentos
O inquérito será remetido ao Ministério Público, que decidirá se apresenta denúncia ou arquiva o caso. Além da Polícia Civil, a Polícia Federal de Porto Alegre também apura o caso.
Paralelamente, há registros de representantes políticos protocolando pedidos de investigação por possível discurso de ódio e intolerância religiosa, ampliando o escrutínio sobre o episódio.
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