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Ex-procurador sul-coreano é condenado em esquema de suborno ligado a Lee Ufan

Ex-procurador sul-coreano é condenado em apelação por suborno ligado a presente de Lee Ufan; tribunal valida autenticidade da obra e aplica pena suspensa

Former first lady of South Korea Kim Keon Hee arriving at Seoul Central District Court on Aug. 12, 2025.
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  • O Tribunal de Apelação de Seul condenou o ex-promotor Kim Sang-min por violar a lei anticorrupção, recebendo dois anos de prisão, com suspensão de três anos, além de uma sentença de um ano suspensa por doações políticas ilegais.
  • A acusação afirmou que Kim presenteou à ex-primeira-dama sul-coreana Kim Keon Hee a pintura de Lee Ufan, From Dots (No. 800298), avaliada em setenta e quatro mil? 140 milhões de won (aproximadamente $95,5 mil) em busca de apoio político para conseguir a indicação do Partido do Poder Popular antes das eleições de 2024.
  • A defesa chegou a alegar que a obra era uma falsificação valendo menos de 1 milhão de won, argumento rejeitado pela corte, que considerou a pintura autêntica e bem avaliada.
  • O veredicto reaviva depoimentos de um marchand de arte que contribuíram para a absolvição na primeira instância, com os juízes afirmando que o testemunho permanece crível no conjunto.
  • A decisão também manteve conclusão de que Kim recebeu cerca de 42 milhões de won em apoio político relacionado a contratos de aluguel de veículos e seguros durante a campanha, além de ter criticado duramente o promotor por supostamente entregar a obra de alto valor à esposa do presidente. Kim informou que respeita a decisão, mas que está desapontado e avaliará recurso.

A Suprema Corte de Seul confirmou a condenação de Kim Sang-min, ex-procurador sul-coreano, por violação à lei anti-corrupção. O caso envolve uma suposta tentativa de obter apoio político em troca de uma obra de arte assinada por Lee Ufan.

Kim Sang-min foi considerado culpado pela acusação de ter presenteado a primeira-dama aposentada Kim Keon Hee com o quadro From Dots (No. 800298), avaliado em 140 milhões de won. A peça teria servido para obter indicação do Partido do Poder Popular antes das eleições de 2024.

O tribunal também manteve a conclusão de que o presente violou normas sobre itens de alto valor e que houve recebimento inadequado de apoio político, incluindo cerca de 42 milhões de won em despesas ligadas a aluguel de veículos e seguros durante a campanha.

Sentença e fundamentos

A Sexta Corte do Tribunal de Apelação de Seul impôs duas anos de prisão, com cumprimento suspenso por três anos, pelos crimes de suborno. Também houve uma condenação suspensa de um ano por doações políticas ilegais.

O tribunal manteve ainda o veredito de legitimidade da obra ao avaliar a autenticidade, após apresentar a peça em juízo e consultar peritos. O Conselho de Peritos considerou o valor compatível com o choque entre o suposto ato e o contexto eleitoral.

Kim Sang-min afirmou que respeita a decisão, mas que está desapontado e pretende consultar a defesa para possível recurso. A defesa havia contestado a autenticidade da pintura, argumento rejeitado pela corte.

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