- Governo trabalha para elevar a participação de biodiesel no diesel fóssil para 16% ainda neste ano, conforme fontes técnicas do Executivo.
- Não há viabilidade técnica atestada para teor acima de 15%, que é o patamar vigente hoje. Testes devem começar neste mês.
- Comitê do CNPE, que avalia o tema, já conta com integrantes de todo o mercado e já planeja os testes.
- A Lei do Combustível do Futuro prevê a elevação para 16% em março deste ano, sujeita ao aval do CNPE.
- Em agosto do ano passado, entraram em vigor as novas misturas de biocombustíveis aprovadas pelo CNPE; o atraso anterior ocorreu por preocupações com inflação de alimentos.
O governo federal trabalha com a possibilidade de elevar a mistura de biodiesel no diesel fóssil para 16% ainda neste ano, segundo fontes técnicas do Executivo. A perspectiva é considerada otimista, visto que, no momento, não há viabilidade técnica comprovada para teor acima de 15%. Os testes para a nova proposta deverão começar ainda este mês.
O Comitê criado no âmbito do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) acompanha o tema e já planeja os ensaios, com participação de representantes de diferentes setores do mercado. A meta de elevar para 16% está prevista no cronograma da Lei do Combustível do Futuro, que estabeleceu a mudança em março deste ano, sujeita à aprovação do CNPE.
Houve avanço anterior, com a ampliação da mistura de biodiesel de 14% para 15% (B15). O cronograma anterior, previsto na lei, apontava a meta para março de 2025, mas houve atraso devido a preocupações com inflação nos alimentos. Assim, embora a adição seja obrigatória, a avaliação de viabilidade fica a cargo do colegiado ministerial, que pode adiar a implantação caso identifique entraves.
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