- A Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou o jornalista Eduardo Bueno, o Peninha, por discriminação religiosa, relacionado a um vídeo em que afirmou que evangélicos não deveriam ter direito ao voto.
- O vídeo, publicado em 28 de janeiro de 2026, foi retirado do ar por ordem judicial após representação policial.
- A defesa sustenta que as declarações ocorreram dentro dos limites da liberdade de expressão e da crítica abstrata, sem intenção de preconceito.
- Em depoimento, Bueno permaneceu em silêncio; o caso será encaminhado ao Ministério Público para avaliação.
- O jornalista já havia gerado controvérsia em setembro de 2025 ao comentar a morte do ativista Charlie Kirk, com declarações que receberam críticas e viraram assunto de explicação posterior.
O jornalista Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, foi indiciado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul por discriminação religiosa. O indiciamento ocorreu na quinta-feira, 7 de maio de 2026, em razão de um vídeo em que afirmava que evangélicos não deveriam ter direito ao voto. A investigação segue para avaliação do Ministério Público.
Segundo a investigação, o material foi publicado originalmente em 28 de janeiro de 2026. As imagens foram retiradas do ar por ordem judicial após representação da Polícia Civil gaúcha. Além da crítica ao voto, Bueno disse que evangélicos deveriam permanecer apenas nos cultos, em tom considerado pejorativo pela polícia.
A defesa do jornalista argumenta que as declarações ocorreram dentro dos limites legais da liberdade de expressão e do direito à manifestação do pensamento. O grupo acrescenta que a crítica teve finalidade jocosa e não visou desrespeitar a liberdade religiosa.
Durante o depoimento, Bueno manteve silêncio. O caso segue sob avaliação do Ministério Público, que poderá oferecer denúncia ou arquivar o inquérito conforme interpretação dos fatos.
O episódio recente se soma a controvérsia anterior envolvendo o jornalista. Em setembro de 2025, Bueno comentou a morte do ativista de direita Charlie Kirk, gerando críticas e debates sobre o tom de suas declarações.
Em pronunciamento posterior, o jornalista explicou que a intenção não foi celebrar a morte, mas reconheceu que o modo de expressar a opinião foi inadequado. A defesa reiterou que houve falha de comunicação e que não houve celebração de violência.
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